
Título: Proibido Mirar Afuera
Autor: André Arieta
Sinopse: Proibido mirar afuera eÌ um livro que se inspira na iconoclastia boeÌ‚mia de uma Porto Alegre que jaÌ foi punk e progressista, mas que ainda resiste nos artistas que a reinventam todos os dias. O livro volta para a cidade de onde nasceu. No pampa e suas incursões urbanas, na psicodelia transbordante da avenida Osvaldo Aranha, e nos ceÌrebros desbravados por moscas miÌopes. Regionalismo freak, ficção cientiÌfica tropicalista, bula de remeÌdio psicodeÌlica: coisas que podem ser ditas pra caber numa gaveta monossilaÌbica, cheia de pessoinhas desidratadas tripulando insetos sobre ovos rachados entre as nuvens, onde antropoÌfagos fazem a sesta. Narrativa fragmentada onde frases quebradas formam cacos multiformes flutuantes. Personagens desorientados procuram um sentido para suas ações minimalistas; e um velho preso em uma ilha conta velhas histoÌrias para seu carcereiro.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Proibido Mirar Afuera”, de André Arieta, publicado pela editora Toma aí um poema, em 2022 e com 140 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Toma aí um poema
Páginas: 140
Ano: 2022
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 6581362298
ISBN13: 9786581362294
Sobre a editora
Os livros da editora Toma Aí Um Poema convidam a uma imersão sensível na poesia contemporânea, onde o lirismo dialoga com o cotidiano e as questões sociais. A experiência de leitura costuma ser marcada por uma linguagem direta e, por vezes, experimental, que transita entre o minimalismo e a densidade emocional. Em muitos textos, a reflexão sobre o tempo, a memória e a identidade aparece com frequência, assim como a presença de temas atuais como tecnologia, pandemia e diversidade de gênero. O catálogo reúne obras que exploram tanto a intimidade quanto o coletivo, com poemas que podem ser delicados ou contundentes, mas sempre com um ritmo que privilegia a intensidade da palavra.
