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Prosa dos Pagos: 1941–1959

Título: Prosa dos Pagos: 1941–1959

Autor: Augusto Meyer

Sinopse: Reunindo na mesma indagação a história e a sociologia, a pesquisa filológica e a crítica literária, Prosa dos pagos desenvolve uma das mais importantes investigações sobre a identidade sul-rio-grandense. Augusto Meyer analisa o depoimento dos viajantes que percorreram o Brasil meridional, relê Alcides Maya e Amaro Juvenal, propõe à modernidade o resgate de Simões Lopes Neto. No resultado final dos ensaios, o leitor encontrará a equação que sempre confronta o regional e o universal, as sugestões do folclore e sua translação para a temática literária. Ocupando o centro da obra de Agusto Meyer, Prosa dos pagos constitui assim o sólido patamar sobre o qual o escritor constituiria sua crítica ulterior: À sombra da estante, Preto & Branco, A forma secreta. Reconhecendo sua personalidade humanista, Tristão de Athayde chamou-o "o nosso Erasmo".

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Prosa dos Pagos: 1941–1959”, de Augusto Meyer, publicado pela editora Instituto Estadual do Livro: Corag, em 2002 e com 312 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: Instituto Estadual do Livro: Corag

Páginas: 312

Ano: 2002

Edição:

Linguagem: pt_BR

ISBN:

ISBN13:

    Sobre o autor

    A leitura dos livros de Augusto Meyer oferece um encontro com uma prosa que equilibra erudição e sensibilidade, onde o rigor crítico se alia a uma ironia sutil e leveza de estilo. O ritmo é marcado por uma construção cuidadosa, que ora se detém em análises minuciosas, ora se permite uma fluidez quase poética, criando uma tensão entre o acadêmico e o lírico. O foco intelectual é profundo, com uma atenção especial à literatura brasileira e regional, mas sem perder de vista autores clássicos e universais. A experiência é tanto um mergulho na tradição literária quanto um convite à reflexão sobre a identidade cultural, especialmente a sul-rio-grandense. Em meio a textos que vão do ensaio breve à autobiografia lírica, os livros de Augusto Meyer revelam uma voz que sabe ser ao mesmo tempo crítica e humana.

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