
Título: Prosas seguidas de odes minimas
Autor: José Paulo Paes
Sinopse: "Neste livro José Paulo Paes evita, de um lado, a efusão confessional de um sentimentalismo estranho à nossa época; recusa, de outro, a frieza dos meros exercícios virtuosísticos de linguagem. Com extremo apuro técnico, mas sobretudo com o que se poderia chamar de ''''distinção'''' de alma - um recanto, uma compostura, uma serenidade frente às próprias emoções -, o autor faz uma poesia que, sem ser confessional, é íntima, cheia de lembranças e experiências biográficas. Fala de seus pais, de amigos mortos, da perna que teve de amputar, mas não cede nunca às tentações da autopiedade e do desespero. É o livro de quem aprendeu a pesar com calma o próprio sofrimento, e depois o expressa, com intensidade, a meia voz."Marcelo Coelho
Contexto da obra
Na poesia, um livro como este costuma pedir um olhar mais atento para linguagem, ritmo e imagem. “Prosas seguidas de odes minimas”, de José Paulo Paes, publicado pela editora Companhia das Letras, em 1992 e com 88 páginas, integra a categoria Livros de Poesia. Na prática, a força do livro muitas vezes aparece no modo como ele faz a linguagem trabalhar.
Editora: Companhia das Letras
Páginas: 88
Ano: 1992
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8571642753
ISBN13: 9788571642751
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,090
- Altura (cm): 18,50
- Largura (cm): 12,50
- Espessura (cm): 0,50
Sobre a editora
Os livros da editora Companhia Das Letras oferecem uma experiência de leitura que varia entre o íntimo e o social, com narrativas que exploram conflitos familiares, questões históricas e políticas, além de temas contemporâneos como violência e memória. O catálogo privilegia obras que mesclam profundidade psicológica e crítica social, apresentando personagens complexos e ambientes que vão do Brasil urbano à paisagem natural, passando por contextos históricos e culturais diversos. Há um equilíbrio entre textos mais narrativos, como romances e contos, e obras informativas ou ensaísticas que dialogam com a história, política e ciências sociais. O tom pode ser tanto reflexivo e melancólico quanto ágil e envolvente, com ritmo que ora convida à contemplação, ora mantém a tensão do suspense.
