
Título: Psicanálise, Capitalismo e Cotidiano
Autor: Nildo Viana
Sinopse: O mundo contemporâneo traz a marca do existente em crise e do novo existente em germe, mas ainda-não-existente. Existe uma crise? Na verdade, a crise apenas nos ronda, está esboçada. Sabemos dela pelos sinais que nos envia. Os sinais da crise apontam para a necessidade de repensar a sociedade existente, repensar o capitalismo, que muitos haviam falado do seu triunfo definitivo e de sua insuperabilidade. Mas pensar hoje o capitalismo significa pensar não só o modo de produção capitalista e seu desenvolvimento mas também seu cotidiano, sua reprodução, suas contradições, suas minúcias, seus sinais e sintomas. Daí a importância dos artigos aqui presentes, abordando tais elementos e realizando uma avaliação do mundo em que vivemos.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Psicanálise, Capitalismo e Cotidiano”, de Nildo Viana, publicado pela editora Germinal, em 2002 e com 84 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Germinal
Páginas: 84
Ano: 2002
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Germinal apresentam uma diversidade temática que vai desde narrativas históricas densas até reflexões sociais e espirituais. A experiência de leitura frequentemente envolve um mergulho em conflitos humanos profundos, como dilemas morais em comunidades religiosas ou tensões sociais em contextos urbanos e históricos. O tom varia entre o contemplativo e o crítico, com obras que exploram desde rituais sagrados e tradições culturais até análises do capitalismo e da luta por liberdade. O ritmo pode ser tanto meditativo, em textos que valorizam o detalhe e a filosofia, quanto mais direto, em relatos que tratam de questões sociais e políticas contemporâneas. Essa variedade sugere um catálogo que privilegia o pensamento reflexivo e narrativas que convidam à empatia e à compreensão das complexidades humanas.
