
Título: Psicologia Budista
Autor: Monge Ryotan Tokuda Igarashi
Sinopse: Buda fala sempre com a linguagem da época em que vive, pois faz parte de sua compaixão ser compreendido por todos. Essa é a necessidade dos Budas e talvez até o seu sofrimento. Precisam ser compreendidos: Daí a "Psicologia Budista". Ryotan Tokuda importa as teorias clássicas budistas, como as Quatro Nobres Verdades e o Caminho Óctuplo e as comenta numa forma que o leitor moderno possa compreendê-las: "...O que seria, neste caso, a Ciência? Ela estuda os materiais para descobrir a realidade. Hoje em dia os cientistas descobriram barreiras ou obstáculos muito grandes... O pensamento moderno está contaminado com o mito da Ciência, mas esta apresenta dificuldades em muitos aspectos. Também a Psicologia chegou a grandes obstáculos por pesquisar a mente através do método científico. As teorias podem ser muito bonitas, mas ninguém sabe como explicar as coisas..." Trata-se de um livro condensado, onde cada linha contém uma verdade e uma experiência de vida de Ryotan Tokuda, monge japonês que veio para o Brasil porque, segundo ele: "Aqui tem bambus, e onde tem bambus, o budismo cresce."
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Psicologia Budista”, de Monge Ryotan Tokuda Igarashi, publicado pela editora Gryphus, em 2002 e com 97 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Gryphus
Páginas: 97
Ano: 2002
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8575100165
ISBN13: 9788575100165
Sobre a editora
Os livros da editora GRYPHUS convidam o leitor a navegar por um universo editorial que mescla narrativas densas e temas contemporâneos, com abordagens que vão do ensaio político a histórias de fantasia urbana. O catálogo revela uma predileção por obras que exploram tensões sociais e culturais, frequentemente ambientadas em contextos brasileiros ou latino-americanos, mas sem se limitar a eles. O tom varia entre o analítico e o poético, com textos que podem ser tanto reflexivos quanto carregados de humor sutil. Há também espaço para obras que dialogam com o sobrenatural, misturando elementos de suspense e aventura com uma linguagem acessível, o que amplia o público para leitores jovens e adultos. Essa diversidade sugere que a GRYPHUS privilegia livros que provocam reflexão e entretêm, com narrativas que transitam entre o realismo e o fantástico.
