
Título: Psicologia do dinheiro: e outros ensaios
Autor: Georg Simmel
Sinopse: Se o leitor tinha, até aqui, uma visão predominantemente empírica, «inocente», porventura da problemática do mundo do dinheiro ou a convicção supostamente «realista» de conhecer, além do seu uso e da sua fruição, também os seus mecanismos e pressupostos, sairá decerto transformado da leitura destes ensaios. Descobrirá a densidade humana, a complicação vital, a promessa ou o perigo, a radical ambiguidade dessa extraordinária criação humana, que é o sistema monetário. Verá também que o dinheiro é uma coisa demasiado séria para se confiar só aos economistas e gestores financeiros. Descobrirá igualmente o papel insubstituível da reflexão filosófica que, no fenómeno aparentemente neutro e técnico do dinheiro, sabe descobrir dimensões latentes, não detectáveis por outras formas de saber que obedecem a outros intuitos e não conseguem sair da imprescindível parcialidade dos seus métodos. Eis porque continua a ser tão atraente e fecunda a lição multinivelada de Georg Simmel acerca deste tema.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Psicologia do dinheiro: e outros ensaios”, de Georg Simmel, publicado pela editora Texto & Grafia, em 2009 e com 111 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Texto & Grafia
Páginas: 111
Ano: 2009
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN:
ISBN13: 9789898285058
Sobre a editora
Os livros da editora Texto & Grafia convidam o leitor a uma imersão em narrativas densas e reflexivas, que transitam entre análises históricas, filosóficas e sociopolíticas. A experiência de leitura frequentemente envolve textos que combinam rigor documental com uma linguagem acessível, mas sem abrir mão da profundidade crítica. O catálogo sugere obras que exploram desde a história das civilizações até debates contemporâneos sobre economia, política e cultura, com um tom que varia entre o ensaístico e o narrativo. Há uma atenção clara à contextualização histórica e à interpretação crítica, que pode ser percebida tanto em estudos sobre figuras históricas quanto em reflexões sobre fenômenos sociais e culturais. Essa combinação cria um ambiente para leitores interessados em compreender processos complexos por meio de abordagens que privilegiam o detalhamento e a análise cuidadosa.
