
Título: Psicose, Perversão, Neurose
Autor: Julien Philippe
Sinopse: A psicose não designa o que pode advir em cada um, em cada uma de nós, na medida em que os desejos são, propriamente falando, loucos? A perversão, com tanta frequência nomeada para denunciar os efeitos maléficos de um ato pretensamente justo e bom, não define o que é a sexualidade enquanto tal? Quanto à neurose, se ela se perpetua mais do que nunca em sua vertente obsessiva, pode ainda qualificar a histeria na medida em que esta é a subversão das identificações normativas com a feminidade ou a virilidade? Enfim, os testemunhos dos artistas, tais como James Joyce, Marguerite Duras, Camille Claudel, André Gide, Henry de Montherlant, não tem o que ensinar à psicanálise?
Contexto da obra
Na Psicologia, livros como este costumam interessar tanto pela formação quanto pela reflexão que propõem. “Psicose, Perversão, Neurose”, de Julien Philippe, publicado pela editora CIA DE FREUD, em 2003 e com 207 páginas, integra a categoria Livros de Psicologia. Esse enquadramento ajuda a situar melhor a obra entre leitura acadêmica, interesse clínico e reflexão sobre experiência humana.
Editora: CIA DE FREUD
Páginas: 207
Ano: 2003
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8577240681
ISBN13: 9788577240685
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,375
- Altura (cm): 23,00
- Largura (cm): 16,00
- Espessura (cm): 1,70
Sobre a editora
Os livros da editora CIA DE FREUD convidam o leitor a uma imersão profunda na psicanálise, explorando desde os fundamentos freudianos até as contribuições lacanianas contemporâneas. As obras frequentemente apresentam uma linguagem densa e rigorosa, voltada para leitores interessados em teoria, clínica e filosofia da psicanálise, com uma atenção especial para a análise do sonho, da linguagem e da subjetividade. O catálogo inclui tanto textos que dialogam com a prática clínica quanto reflexões sobre a relação entre psicanálise e outras áreas, como literatura e direito, mostrando uma diversidade de abordagens que vai do mais teórico ao mais aplicado. Essa variedade propicia um contraste entre obras mais narrativas, que trazem relatos e testemunhos, e outras de tom mais didático e analítico, que estruturam conceitos e métodos.
