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Pulp

Título: Pulp

Autor: Charles Bukowski

Sinopse: En Los Ángeles corre un rumor muy extraño. Se dice que un tal Céline, que merodea por las librerías inspeccionando a la competencia y buscando primeras ediciones de Faulkner, sería nada más ni nada menos que Louis Ferdinand, que no habría muerto en 1961 en Meudon. Nick Belane, un detective privado muy poco intelectual, es el encargado de averiguar la verdad. ¿Y quién quiere saberla? Una dama muy fatal, quizá la más fatal de todas, que no acepta que Céline pudiera haber escapado a su mortal encanto. Pero de repente la temporada de trabajo se ha vuelto muy buena para Nick y tiene varios asuntos más entre manos: encontrar el Gorrión Rojo, que no es el nieto del Halcón Maltés para un tal John Barton, y descubrir si Cindy, la mujer de Jack Bass, engaña a su marido. Pero, como ya demostró cumplidamente Raymond Chandler, todos los casos de un detective siempre se lían entre sí, y entre Cindy y Céline se organizará un lío considerable. "Pulp", la última novela de Bukowski, es una parodia y un homenaje a todas las «pulp fictions» que sobre el papel han sido, y una real, literaria y sangrante «pulp fiction» por derecho propio, que recurre a la tragedia y al humor, a la literatura y a claves de la más pura y dura realidad, a lo real y a lo surreal.

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Pulp”, de Charles Bukowski, publicado pela editora Anagrama, em 2006 e com 200 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: Anagrama

Páginas: 200

Ano: 2006

Edição:

Linguagem: pt_BR

ISBN:

ISBN13: 9788433914873

    Sobre o autor

    A leitura dos livros de Charles Bukowski é uma imersão em um universo áspero, onde a prosa e a poesia se entrelaçam em tons secos e por vezes sarcásticos. A voz do autor é direta, quase oral, carregada de uma sinceridade crua que expõe personagens marginalizados e situações-limite, com um humor cáustico que ora provoca riso, ora desconforto. O ritmo varia entre a urgência das ruas de Los Angeles e momentos de introspecção melancólica, sempre com um olhar que não se afasta da sordidez humana, mas também não perde a capacidade de ironia. Os textos sugerem uma forte presença do alter ego Henry Chinaski, que percorre histórias de fracasso, vício e sobrevivência, enquanto os poemas revelam uma autobiografia acidental, marcada por angústias e devaneios. Essa experiência literária convida o leitor a confrontar a existência sem filtros, com uma linguagem coloquial e uma sensibilidade que, apesar da dureza, é profundamente humana.

    Ver mais sobre o autor

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