
Título: Pura Vida: vida e morte de William Walker
Autor: Patrick Deville
Sinopse: (da contracapa) Cheguei na América Central, há alguns anos, com o projeto de escrever sobre a vida e a obra de William Walker, um aventureiro norte-americano do século XIX, que havia iniciado uma expedição catastrófica, no México, conseguindo, mais tarde, eleger-se presidente da Nicarágua, antes de acabar fuzilado em Honduras, e da existência do qual eu tinha tomado conhecimento em Havana. Enquanto percorria esses lugares, seguindo as pistas do seu exército fantasma, tive a impressão de que essa região do mundo, durante os dois últimos séculos, não tinha sido mais pobre de heróis, traidores e covardes do que as províncias gregas e latinas da Antiguidade. Também aqui os homens sonharam em ser maiores do que eles mesmos, e muitas vezes, fracassaram. Comecei a relatar as vidas de Simon Bolivar e de Francisco Morazán, de Augusto César Sandino, assassinado pelo primeiro Somoza, e do Che.50, um agente dublê, mandado espionar o verdadeiro Che na Sierra Maestra. Patrick Deville nasceu em 1957. Publicou cinco romances e foi traduzido em onze idiomas.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Pura Vida: vida e morte de William Walker”, de Patrick Deville, publicado pela editora Escritos, em 2004 e com 273 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Escritos
Páginas: 273
Ano: 2004
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN: 8598334103
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora ESCRITOS costumam explorar narrativas que transitam entre o fantástico e o real, frequentemente trazendo personagens que enfrentam desafios físicos ou sociais, como deficiências ou exclusão, em cenários que vão do universo infantil a reflexões filosóficas profundas. O catálogo revela uma atenção especial à diversidade de corpos e experiências, seja por meio de contos com princesas que superam limitações, seja em diálogos que investigam o corpo como lugar de conhecimento e política. Há também obras que combinam análise histórica e cultural, como a relação entre cinema e passado, com textos densos e reflexivos sobre filosofia e sociedade. Essa variedade sugere uma linha editorial que valoriza tanto a narrativa acessível e sensível quanto o pensamento crítico e a pesquisa.
