
Título: Puxa, Qual Bruxa? - Série Eva Ibbotson
Autor: Angela Melim
Sinopse: No reino encantado onde vivem os personagens criados por Eva Ibbotson, as bruxas são modernas, não voam em ultrapassados cabos de vassoura, organizam festas, assembléias, passeios, são articuladas, vaidosas e sabem disputar a mão de um homem, melhor dizendo, de um bruxo, no caso, Arrimã, o horrível, mais conhecido como Bruxo do Norte. A confusão começa quando Arrimã faz um comunicado solene anunciando que está disposto a se casar, desde que a eleita seja uma feiticeira com os mais terríveis poderes. Os feitiços da paixão, mais poderosos do que todos os outros, preparam uma surpresa encantada para Arrimã e sua futura esposa.
Contexto da obra
Na ficção infantil, livros como este costumam ter um papel importante na aproximação da criança com a leitura. “Puxa, Qual Bruxa? – Série Eva Ibbotson”, de Angela Melim, publicado pela editora Rocco, em 2002 e com 160 páginas, integra a categoria Livros de Ficção Infantil. Por isso, o valor do livro costuma aparecer tanto na história quanto no vínculo de leitura que ele ajuda a criar.
Editora: Rocco
Páginas: 160
Ano: 2002
Edição: Geral
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 853251345X
ISBN13: 9788532513458
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,205
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 0,90
Sobre a editora
Os livros da editora Rocco apresentam uma experiência de leitura que transita entre narrativas densas e envolventes, com personagens complexos e temas que exploram tanto conflitos históricos e sociais quanto dilemas íntimos e pessoais. O catálogo revela obras que abordam desde epopeias antigas, como batalhas e mitos, até questões contemporâneas como violência urbana, saúde mental e desafios profissionais. A linguagem varia entre o poético e o direto, com textos que podem ser ao mesmo tempo reflexivos e tensos, ora com ritmo acelerado, ora mais contemplativo. A diversidade editorial permite encontrar títulos que mesclam ficção, ensaio, biografia e literatura juvenil, evidenciando uma preocupação em dialogar com públicos variados, sem perder a profundidade e o rigor narrativo.
