
Título: Pygmalion: A romance in five acts
Autor: Bernard Shaw
Sinopse: 'Pygmalion' both delighted and scandalized its first audiences in 1914. A brilliantly witty reworking of the classical tale of the sculptor Pygmalion, who falls in love with his perfect female statue, it is also a barbed attack on the British class system and a statement of Shaw’s feminist views. In Shaw’s hands, the phoneticist Henry Higgins is the Pygmalion figure who believes he can transform Eliza Doolittle, a cockney flower girl, into a duchess at ease in polite society. The one thing he overlooks is that his ‘creation’ has a mind of her own. This is the definitive text under the editorial supervision of Dan H. Laurence, with an illuminating introduction by Nicholas Grene, discussing the language and politics of the play. Included in this volume is Shaw’s preface, as well as his ‘sequel’ written for the first publication in 1916, to rebut public demand for a more conventionally romantic ending.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Pygmalion: A romance in five acts”, de Bernard Shaw, publicado pela editora Penguin Books, em 2003 e com 176 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Penguin Books
Páginas: 176
Ano: 2003
Edição:
Linguagem: inglês
ISBN: 0141439505
ISBN13: 9780141439501
Sobre a editora
Os livros da editora Penguin Books apresentam uma experiência de leitura que mescla narrativas históricas e biográficas com ficções densas e envolventes, transitando entre realismo social e imaginação literária. O catálogo traz obras que exploram desde investigações jornalísticas detalhadas até relatos de viagens e estudos culturais, com uma linguagem que varia do rigor acadêmico a tons mais acessíveis e líricos. Há uma presença marcante de temas como conflitos pessoais, transformações sociais e questões éticas, frequentemente ambientados em contextos históricos ou geográficos ricos, como Londres vitoriana, África colonial e cidades contemporâneas. O ritmo dos textos pode ser tanto reflexivo e contemplativo quanto tenso e acelerado, dependendo do enfoque narrativo.
