
Título: QGis: Geoprocessamento na Prática
Autor: Renato Cabral Bossle
Sinopse: Com uma linguagem escrita para aproximar os estudantes de graduação e pós-graduação ao mundo do geoprocessamento, este livro foi pensado para todos aqueles que desejam compreender a lógica do geoprocessamento de uma forma prática e didática. São tratados os conceitos básicos de cartografia, sensoriamento remoto, GPS e SIGs, além de explicar em detalhes a interface geral do QGIS para, em seguida, mostrar como criar e editar dados vetoriais e apresentar as principais ferramentas de análise em geoprocessamento com a demonstração de uma série de aplicações práticas em diversas áreas do conhecimento: meio ambiente, agricultura (incluindo auxílio do QGIS para o Cadastro Ambiental Rural – CAR), urbanismo e saúde. É um livro para mostrar, em última análise, que o QGIS é um Sistema de Informações Geográficas bastante amigável e que aprender geoprocessamento é muito mais fácil do que se imagina.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “QGis: Geoprocessamento na Prática”, de Renato Cabral Bossle, publicado pela editora Íthala, em 2015 e com 232 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Íthala
Páginas: 232
Ano: 2015
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
ISBN13: 9788591839209
Sobre a editora
Os livros da editora Ithala convidam o leitor a navegar por temas que transitam entre o cotidiano prático e reflexões profundas sobre sociedade, identidade e experiência humana. A leitura frequentemente se desenrola em formatos que mesclam relatos pessoais, análises institucionais e abordagens educativas, com um tom que pode ir do íntimo e emotivo ao didático e analítico. O catálogo sugere um interesse em obras que dialogam com questões sociais contemporâneas, como inclusão, políticas públicas e movimentos sociais, ao mesmo tempo em que valoriza narrativas que exploram a subjetividade e o desenvolvimento pessoal. O ritmo das obras varia, incluindo textos que propõem exercícios de atenção e contemplação, e outros que apresentam discussões mais densas e estruturadas.
