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Qual a distopia de hoje?

Título: Qual a distopia de hoje?

Autor: Flavia Bruno

Sinopse: O termo distopia foi usado pela primeira vez em 1868, por Stuart Mill. O termo, em tradução livre do grego, quer dizer “lugar ruim”. Vários autores, ao longo do século XX escreveram romances distópicos em que retrataram sociedades de controle extremamente opressivas, nas quais imperam o medo e a ignoraÌ‚ncia. Diferentemente das utopias que projetam um mundo ideal não realizado — e, por que não dizer, irrealizável —, as distopias são reais. A distopia de hoje está diretamente ligada aÌ€ ascensão do horizonte neoliberal como uma nova razão do mundo, a consequente produção de um novo tipo de sujeito, personagem deste cenário distópico em que se foge da dor e busca-se o constante aperfeiçoamento; desidrata-se a vida política e falseia-se a democracia por meio do capitalismo de vigilaÌ‚ncia; manipulam-se afetos para se obter os efeitos de dominação desejados; cria-se a nova utopia do homem-empresa, reforçada pela motivação do psicologismo positivo, amplamente disseminado no trabalho, na religião e na vida em geral; alteram-se as refereÌ‚ncias do valor lógico dos enunciados, fazendo surgir a noverdade, conceito que se faz necessário pensar a partir da natureza singular das informações que circulam nos tempos de hoje.

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Qual a distopia de hoje?”, de Flavia Bruno, publicado pela editora Independente, em 2023 e com 140 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: Independente

Páginas: 140

Ano: 2023

Edição:

Linguagem: português

ISBN:

ISBN13:

    Sobre a editora

    Os livros da editora Independente costumam explorar narrativas centradas em dramas pessoais intensos, com personagens que enfrentam perdas, conflitos internos e relações complexas. A experiência de leitura frequentemente envolve emoções fortes, como superação, segundas chances e confrontos com o passado, em cenários que vão desde ambientes urbanos contemporâneos até mundos de fantasia e contextos históricos. O tom varia entre o romântico, o dramático e o suspense, com histórias que podem ser tanto mais introspectivas e sentimentais quanto carregadas de tensão e mistério. O catálogo revela uma diversidade de estilos, incluindo desde contos curtos e coletâneas até romances longos e séries, com uma linguagem acessível que privilegia o envolvimento emocional do leitor.

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