
Título: Quando a Medicina Enlouqueceu
Autor: Arthur L. Caplan
Sinopse: Arthur L. Caplan, um dos principais bioéticos dos EUA, e uma série extraordinária de peritos e sobreviventes dos campos de concentração analisam os problemas difíceis levantados pela medicina nazi. A relevância destes assuntos para as polémicas na bioética contemporânea - particularmente nas áreas sensíveis da genética médica, da experimentação humana e da eutanásia - são, aqui, explorados com grande detalhe e sensibilidade. "É um livro ousado, mas fundamental para todos aqueles que consideram a ética um exercício abstrato. Estes ensaios demonstram como uma profissão nobre se pode tornar abstrata, à medida que os limites éticos enfraquecem e são subvertidos para fins políticos ou sociais." Edmtnd D. Pellegríno, MD, diretor do Center for the Advanced Study of Ethics, Universidade de Georgetown "Investiga profundamente as ações que deixaram uma marca indelével na história humana e que continuam a levantar dúvidas perturbadoras na ética biomédica... Esta coletânea de ensaios faz uma análise global destes assuntos, surpreendentemente complexos e controversos, apesar da imoralidade evidente das experiências nazis." Alemnder M. Capmn, professor de Direito e Medicina da Universidade Henry W. Bruce, Universidade da Califórnia do Sul.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Quando a Medicina Enlouqueceu”, de Arthur L. Caplan, publicado pela editora Instituto Piaget, em 1997 e com 368 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Instituto Piaget
Páginas: 368
Ano: 1997
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN:
ISBN13: 9789728329600
Sobre a editora
A leitura dos livros da editora INSTITUTO PIAGET convida a uma reflexão profunda sobre temas filosóficos, sociológicos e científicos, com foco em conceitos como personalidade, modernidade, ética e desenvolvimento humano. O ritmo das obras tende a ser denso e argumentativo, privilegiando análises detalhadas e abordagens teóricas que dialogam com a história do pensamento e questões contemporâneas. As narrativas são predominantemente ensaísticas, com textos que exploram desde a infância até a velhice, passando por debates sobre a modernidade, ciência e educação. O catálogo apresenta um perfil que mescla obras mais conceituais e outras com aplicação prática, como no campo da educação ou da psicanálise, sempre com linguagem acessível ao público interessado em aprofundar o conhecimento.
