
Título: Quando Ela Era Boa
Autor: Philip Roth
Sinopse: Situado numa cidadezinha do Meio-Oeste americano, nos anos 1940, este romance mordaz tem como protagonista uma jovem zangada e ferozmente moralista, para quem a “bondade” é uma doença terrível. Publicado originalmente em 1967, este é o único livro de Philip Roth protagonizado por uma mulher. Ainda criança, Lucy Nelson viu seu pai irresponsável e alcóolatra ser mandado para a cadeia. Desde então, ela se rebelou contra sua vida de classe média, assumindo uma missão furiosa de transformar os homens a sua volta, ainda que aquilo pudesse causar sua própria destruição. Com esse retrato absolutamente preciso de Lucy e de Roy, seu marido mimado e infantil, o escritor criou um belíssimo trabalho de ficção realista, um vislumbre da carolice provinciana, das expectativas e frustrações americanas, com um olhar ao mesmo tempo implacável mas com laivos de compaixão.
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “Quando Ela Era Boa”, de Philip Roth, publicado pela editora Companhia das Letras, em 2018 e com 352 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Companhia das Letras
Páginas: 352
Ano: 2018
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8535931295
ISBN13: 9788535931297
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,431
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 12,00
- Espessura (cm): 2,00
Sobre a editora
Os livros da editora Companhia Das Letras oferecem uma experiência de leitura que varia entre o íntimo e o social, com narrativas que exploram conflitos familiares, questões históricas e políticas, além de temas contemporâneos como violência e memória. O catálogo privilegia obras que mesclam profundidade psicológica e crítica social, apresentando personagens complexos e ambientes que vão do Brasil urbano à paisagem natural, passando por contextos históricos e culturais diversos. Há um equilíbrio entre textos mais narrativos, como romances e contos, e obras informativas ou ensaísticas que dialogam com a história, política e ciências sociais. O tom pode ser tanto reflexivo e melancólico quanto ágil e envolvente, com ritmo que ora convida à contemplação, ora mantém a tensão do suspense.
