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Quando Fui Mortal

Título: Quando Fui Mortal

Autor: Javier Marías

Sinopse: Javier Marías foi vizinho de Vladimir Nabokov nos Estados Unidos. Como o espanhol tinha um ano de idade, entretanto, e foi para lá com o pai, que dava aulas numa universidade americana, não consta que tenha sido influenciado por conversas com o russo expatriado - e tampouco visitado por seu fantasma. Essa história, verdadeira, não está em Quando fui mortal, mas bem que poderia. O que não falta nos doze contos do livro são encontros inesperados cujos desdobramentos são ainda mais surpreendentes. As vidas sobre as quais Marías se debruça e observa, seja como fantasma, seja como mortal, são repletas de pequenos episódios aparentemente desimportantes, mas que na verdade se mostram cheios de encantamento e possibilidades. Como o fantasma do conto que dá título ao livro, Marías paira sobre os seus protagonistas, observados com uma ironia que quase disfarça o olhar carinhoso, revisitando acontecimentos e diálogos e conferindo a eles, assim, mais sentido e vigor. Há muitos mortos no livro, evidentemente, mas o fundamental para o autor não é a morte: é a vida, particularmente a vida pequena e cotidiana.

Contexto da obra

Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “Quando Fui Mortal”, de Javier Marías, publicado pela editora Companhia das Letras, em 2006 e com 168 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.

Editora: Companhia das Letras

Páginas: 168

Ano: 2006

Edição:

Linguagem: PORTUGUES

ISBN: 8535908706

ISBN13: 9788535908701

  • Encadernação: BROCHURA
  • Peso (kg): 0,248
  • Altura (cm): 21,00
  • Largura (cm): 14,00
  • Espessura (cm): 1,30

Sobre o autor

A leitura dos livros de JAVIER MARIAS é um convite a mergulhar em atmosferas densas e introspectivas, onde o ritmo oscila entre a contemplação pausada e a tensão crescente. A narrativa frequentemente se apoia em personagens complexos, marcados por dúvidas, memórias e segredos que revelam camadas sutis de suas personalidades. O tom pode variar do melancólico ao irônico, com uma prosa que privilegia longas reflexões e diálogos contidos, criando um clima de mistério e ambiguidade. O leitor é levado a explorar temas como o destino, a traição, o amor e a identidade, sempre permeados por uma sensação de incerteza e ocultação. Essa experiência literária desafia a percepção do que é real e do que é fingido, deixando perguntas abertas sobre as motivações humanas e as consequências de suas escolhas.

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Sobre a editora

Os livros da editora Companhia Das Letras oferecem uma experiência de leitura que varia entre o íntimo e o social, com narrativas que exploram conflitos familiares, questões históricas e políticas, além de temas contemporâneos como violência e memória. O catálogo privilegia obras que mesclam profundidade psicológica e crítica social, apresentando personagens complexos e ambientes que vão do Brasil urbano à paisagem natural, passando por contextos históricos e culturais diversos. Há um equilíbrio entre textos mais narrativos, como romances e contos, e obras informativas ou ensaísticas que dialogam com a história, política e ciências sociais. O tom pode ser tanto reflexivo e melancólico quanto ágil e envolvente, com ritmo que ora convida à contemplação, ora mantém a tensão do suspense.

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