
Título: Quando lei era buona
Autor: Philip Roth
Sinopse: Quando era ancora una bambina, Lucy Nelson ha vissuto il fallimento di un padre alcolizzato e violento che entrava e usciva di prigione. Da allora ha sempre cercato di correggere gli uomini intorno a lei: anche se questo poteva voler dire sacrificare se stessa nel tentativo. Con i ritratti infallibili e precisi di Lucy e di Roy, il marito infantile e sfortunato, Roth ha creato un grande quadro della vita americana e dei suoi sentimenti, dei suoi desideri e dei suoi rancori, una visione allo stesso tempo spietata e piena di compassione. Il terzo romanzo di Philip Roth, pubblicato nel 1967 e proposto oggi in una nuova traduzione, procede con la stessa ineluttabilità della tragedia greca. *** « Quando lei era buona è un passo avanti rispetto alla maggior parte dei romanzi usciti in questi anni. Roth è uno scrittore serio, uno di quelli che volge le spalle alle mode e alle aspettative, uno capace di prendersi dei rischi. Per questo e per altri motivi Roth è uno dei pochi scrittori di oggi di cui valga la pena occuparsi in futuro». Recensione originale del «New York Times» *** «Una grande, poderosa tragedia, terribile come la vita». Stanley Elkin
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Quando lei era buona”, de Philip Roth, publicado pela editora Einaudi, em 2012 e com 303 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Einaudi
Páginas: 303
Ano: 2012
Edição:
Linguagem: italiano
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Einaudi oferecem uma experiência de leitura marcada por narrativas densas e multifacetadas, que transitam entre o romance psicológico, o suspense e o ensaio filosófico. O catálogo privilegia personagens complexos, muitas vezes imersos em dilemas morais, conflitos íntimos e contextos históricos ou sociais rigorosamente delineados. A linguagem costuma ser precisa e elaborada, com um ritmo que ora convida à reflexão pausada, ora instiga a tensão crescente, como em histórias policiais ou dramas familiares. Há também uma atenção recorrente à dimensão humana, seja por meio de retratos de relações interpessoais delicadas ou pela exploração de temas como justiça, memória e identidade.
