
Título: quantos players hoje: poemas do arcade ao console
Autor: Ricardo Escudeiro (org.)
Sinopse: “quantos players hoje – poemas do arcade ao console” é uma antologia organizada por Ricardo Escudeiro a partir de material que teve como único requisito o diálogo livre com videogames. players selecionados: alessandro romio | alexandre nefo | alice queiroz | amanda campos | antonio cuevas | bárbara sodré | beatriz ribeirão | bruce torres | camila cruz | camilo josé | cássio remus de paula | cecilia lara | duanne ribeiro | fabio maciel | felipe fleury | freitas de carvalho | gabriel felipe jacomel | gabriel morais medeiros | giovana proença | guilherme carvalhal | hermes veras | jansen hinkel | jeovânia pinheiro | kelvin matheus rosa | marco aurélio de souza | maria gabriella da silva sousa santos | nathaly felipe ferreira alves | pedro tiago | pedro tostes | pri rosso | renato mazzini | rogério gonçalves | roland cirilo | sabrina paixão | vitória siqueira | yuri morroni
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “quantos players hoje: poemas do arcade ao console”, de Ricardo Escudeiro (org.), publicado pela editora Patuá, em 2024 e com 160 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Patuá
Páginas: 160
Ano: 2024
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8582979924
ISBN13: 9788582979921
Sobre a editora
Os livros da editora Patuá convidam o leitor a navegar por universos literários que exploram a intensidade das emoções e a complexidade das relações humanas, muitas vezes atravessadas por temas como memória, identidade e transformação. A leitura costuma oscilar entre o lírico e o inquietante, com narrativas que transitam entre o realismo poético e o fantástico, sem abrir mão de um tom reflexivo e, por vezes, melancólico. A prosa e a poesia se entrelaçam em textos que desafiam a linearidade, valorizando a fragmentação e a experimentação formal. O catálogo revela obras que dialogam com questões sociais atuais, como sexualidade, violência e silêncio, sempre com uma escrita que privilegia a densidade afetiva e o ritmo cadenciado.
