
Título: Quarenta anos de prancheta Marcello Fragelli
Autor: Eliana Tachibana, Marcello Fragelli, Márcio Bariani, Mita Ito
Sinopse: Marcello Fragelli, nascido e formado arquiteto no Rio de Janeiro, viverá em São Paulo o desenvolvimento pleno de sua carreira. Liderando uma equipe jovem e dinâmica, será o responsável pela arquitetura da maioria das estações da linha 1 do metrô de São Paulo. Este período, que corresponde ao final dos anos 1960 e a década seguinte, é o mais conhecido de sua trajetória, mas sua obra qualificada – que abarca programas de variadas escalas e usos – se estende pelos períodos anterior e posterior, principalmente em São Paulo e no Rio de Janeiro. Neste livro Fragelli narra sua trajetória, entrelaçando suas experiências pessoais desde a juventude e a atuação profissional desde os primeiros esboços.
Contexto da obra
Na Arquitetura, obras como esta costumam reunir interesse visual, técnico e histórico. “Quarenta anos de prancheta Marcello Fragelli”, de Eliana Tachibana, Marcello Fragelli, Márcio Bariani, Mita Ito, publicado pela editora Romano Guerra Editora, em 2010 e com 448 páginas, integra a categoria Livros de Arquitetura. Por isso, o livro tende a ganhar mais sentido quando o leitor considera também sua dimensão visual e projetual.
Editora: Romano Guerra Editora
Páginas: 448
Ano: 2010
Edição:
Linguagem: pt
ISBN: 9788588585188
ISBN13: 9788588585188
Sobre a editora
Os livros da editora Romano Guerra Editora oferecem uma imersão profunda no universo da arquitetura e cultura latino-americana, com foco em trajetórias de arquitetos, projetos emblemáticos e conexões intelectuais que atravessam o século 20. A leitura é marcada por uma abordagem detalhada, que combina pesquisa documental, iconográfica e ensaios fotográficos, criando uma experiência que equilibra rigor acadêmico e narrativa acessível. O catálogo privilegia temas como o modernismo, as relações entre arquitetura e meio ambiente, e o papel da cidade no processo criativo, revelando tanto obras individuais quanto o pensamento coletivo. O tom é geralmente analítico, com textos que dialogam com a história, o urbanismo e as influências culturais, sugerindo um público interessado em estudos aprofundados e reflexivos sobre arquitetura e sua inserção social.
