
Título: Quartzo: Da Magia às Fibras Óticas
Sinopse: O Quartzo, uma forma cristalina de sílica, ocorre na natureza sob uma infinidade de formas. Dentre estas as mais abundantes são as areias, os arenitos, os quartzitos e os fascinantes cristais de rocha. É, hoje em dia, o mineral de utilização mais extensa pela humanidade. É utilizado nas indústrias de construção civil, de vidros e cerâmicas, nas metalurgia, na eletrônica, na óptica e na indústria de telecomunicações. Este livro explora, desde o início da civilização, até as fronteiras da tecnologia mais recentes, a intrigante relação do quartzo com a humanidade; uma relação que, por sua importância, duração e amplitude, supera a de qualquer outro mineral utilizado pelos seres humanos.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Quartzo: Da Magia às Fibras Óticas”, de Rogério C. de Cerqueira Leite, Abraham Szulc, Cristina Ribeiro Lemos, Eduardo Machado, Walter Lins Arcoverde, publicado pela editora Duas Cidades, em 1992 e com 144 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Duas Cidades
Páginas: 144
Ano: 1992
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN: 8523500200
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Duas Cidades convidam a uma leitura que transita entre a densidade poética e o rigor filosófico, com obras que exploram a palavra como forma e sentido. O catálogo revela uma preferência por textos que desafiam o leitor a acompanhar ritmos variados, ora mais sintéticos e enigmáticos, ora mais discursivos e analíticos, com presença marcante de poesia, ensaio e reflexão filosófica. Há um equilíbrio entre obras que privilegiam a forma expressiva e outras que se aprofundam em temas como existência, linguagem e cultura, frequentemente em diálogo com a tradição acadêmica e literária brasileira. A diversidade do catálogo da Duas Cidades permite ao leitor navegar entre experiências de leitura que oscilam entre o contemplativo e o crítico, com uma linguagem que pode ser tanto lapidar quanto densa.
