
Título: Que difícil é ser Deus!: Coleção Mamute nr 1
Autor: Irmãos Strugátski
Sinopse: A ideia básica de Que Difícil é ser Deus! é igual, embora diferente nos pormenores. Muito influenciados pelo determinismo histórico marxista mas abertos à ideia de que o fluxo da História não é necessariamente linear, Arkadi e Boris Strugatski criam um planeta submerso na Idade das Trevas onde de súbito nascem estruturas de poder semelhantes aos fascismos do século XX, graças a uma Ordem de religiosos guerreiros terrivelmente bem organizada e absolutamente fanática. Entretanto, Dom Rumata, fruto de uma sociedade comunista utópica, profundamente (quase religiosamente) humanista, é confrontado primeiro com a brutalidade dos modos medievais e mais tarde com a selvajaria nazi, que o repugnam e enraivecem. É do conflito entre as convicções do historiador e o ambiente que o cerca que nasce o interesse deste livro, que acaba por ser um pequeno tratado sobre as limitações do pensamento humanista quando confrontado com situações extremas.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Que difícil é ser Deus!: Coleção Mamute nr 1”, de Irmãos Strugátski, publicado pela editora Editorial Caminho, em 1979 e com 222 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Editorial Caminho
Páginas: 222
Ano: 1979
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Editorial Caminho apresentam uma leitura que alterna entre o intimista e o reflexivo, com narrativas que exploram relações humanas profundas e questões existenciais. O catálogo traz obras que transitam entre a poesia e o romance, incluindo também ensaios que abordam análises críticas do discurso e relatos pessoais marcados pela memória e pela subjetividade. A linguagem tende a ser densa e cuidadosa, com uma atenção especial à construção da experiência literária, seja por meio de fragmentos urbanos ou pelo exame de tradições culturais. O tom varia do contemplativo ao dramático, com momentos de humor sutil e tensão emocional.
