
Título: Que Estranhos São os Homens
Autor: José Ovejero
Sinopse: Um homem que não presta atenção às mulatas que lhe oferecem em Cuba, uma mulher que recebe todo dia a cantada de um maníaco, um jovem que observa com curiosidade os seus vizinhos gays, uma mulher que quer seduzir seu adversário na partida de tênis,se m saber nada sobre ele, e um homem que não pode deixar de desejar, por mais que ele tente, a mulher estrondosa que sua filha se transformou... Que estranhos são os homens. Ou só o são quando não sabem combinar sua oratória com seus autênticos desejos ? Com humor ácido e sombrio e com uma extraordinária intuição psicológica, todos os relatos do livro parecem formular essa mesma pergunta. Uma pergunta que não diz respeito exclusivamente ao sexo masculino, mas igualmente a homens e mulheres, e que s e joga em tudo o que há de perturbador nos mecanismos do desejo.
Contexto da obra
Na área de Antiguidades e Colecionáveis, livros como este costumam interessar pelo valor de consulta e repertório. “Que Estranhos São os Homens”, de José Ovejero, publicado pela editora BARCAROLLA, em 2005 e com 150 páginas, integra a categoria Livros de Antiguidades e Colecionáveis. Na prática, isso ajuda a situar o livro entre consulta, memória material e repertório especializado.
Editora: BARCAROLLA
Páginas: 150
Ano: 2005
Edição: Literatura Estrangeira
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8598233161
ISBN13: 9788598233161
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,400
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 10,00
Sobre a editora
Os livros da editora BARCAROLLA convidam o leitor a mergulhar em narrativas que combinam rigor histórico e reflexão filosófica, com textos que exploram desde a trajetória política de personagens marcantes até ensaios sobre grandes pensadores. O ritmo da leitura varia entre análises densas e relatos que se aproximam do jornalismo investigativo, criando um clima que tanto informa quanto provoca questionamentos sobre sociedade, política e cultura. O catálogo apresenta obras que transitam entre o relato biográfico, a crítica filosófica e o ensaio contemporâneo, com uma linguagem que busca clareza sem abrir mão da profundidade.
