
Título: QUE EU VI, O QUE NOS VEREMOS, O - BOLSO
Autor: Dumont Santos
Sinopse: Santos Dumont é conhecido no Brasil como o pai da aviação, porém, apesar de toda a sua fama, poucos sabem que esse herói nacional deu testemunho em livro de sua vida e de suas aventuras pioneiras pelos céus.Com a reedição de O que eu vi, o que nós veremos, última obra publicada em vida por Santos Dumont, em 1918, a Coleção de Bolso Hedra traz ao público leitor um texto de prosa solta e elegante, em que o autor narra e comenta seus feitos e idéias, abordando questões diversas sobre a conquista dos ares e o posterior desenvolvimento da aviação, quer no mundo, que no Brasil.O livro é permeado de fotos históricas e antecedido por uma introdução de Henrique Lins de Barros, o principal especialista na vida e na obra de Santos Dumont. Segundo Barros, O que eu vi, o que nós veremos é um pequeno grande livro, que nos permite conhecer aspectos da personalidade do inventor difíceis de se conhecer de outra forma, mostrando um homem generoso com os outros, mas orgulhoso de si, que sabe da importância do que fez.
Contexto da obra
Nas biografias, obras como esta costumam chamar atenção pelo encontro entre trajetória pessoal e contexto histórico. “QUE EU VI, O QUE NOS VEREMOS, O – BOLSO”, de Dumont Santos, publicado pela editora editora hedra, em 2016 e com 108 páginas, integra a categoria Livros de Biografias. Por isso, o livro tende a ganhar mais profundidade quando o leitor observa também o mundo que se desenha ao redor da trajetória narrada.
Editora: editora hedra
Páginas: 108
Ano: 2016
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8577154467
ISBN13: 9788577154463
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,090
- Altura (cm): 17,50
- Largura (cm): 11,30
- Espessura (cm): 0,60
Sobre a editora
A leitura dos livros da editora Editora Hedra revela uma curadoria que privilegia narrativas densas e reflexivas, muitas vezes ancoradas em contextos históricos, culturais e sociais específicos. O catálogo reúne desde análises literárias e filosóficas até relatos que exploram experiências humanas complexas, como o convívio com a exclusão social ou a preservação de saberes indígenas. O tom varia entre o ensaístico e o narrativo, com obras que transitam entre o rigor acadêmico e a expressão literária, sempre com atenção à linguagem e à profundidade dos temas. Essa diversidade sugere um interesse em textos que desafiam o leitor a pensar criticamente sobre história, cultura e sociedade, com uma frequência de obras que dialogam com tradições literárias e saberes populares.
