
Título: Que foi que Falou em Igualdade?
Autor: Rosiane Rodrigues
Sinopse: Quem foi que falou em igualdade” é seguramente um trabalho de cunho antropológico que traz à tona questões contemporâneas, atuais e vivas acerca da complexa gestão de espaços públicos plurais e multiculturais nos diferentes recantos do mundo. Seja na França, com uma política de cegamento das diferenças étnicas e raciais no espaço público, como discuto em um recente livro, Cidadãos à parte ou cidadãos em toda parte?, ou no Brasil com uma reconfiguração político-simbólica do nosso modelo assimilacionista das três raças ao quadro multicultural com as ações de reconhecimento dos direitos diferenciados, o tema da autora é de alta relevância acadêmica e política. Como diz um consagrado antropólogo americano, Clifford Geertz, a antropologia não estuda as aldeias, mas sim em aldeias. Isso significa dizer que ter limitado seus esforços etnográficos num lócus bem preciso e circunscrito, não limitou a autora a percorrer problemáticas e interrogações caras às diferentes sociedades.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Que foi que Falou em Igualdade?”, de Rosiane Rodrigues, publicado pela editora Autografia, em 2015 e com 198 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Autografia
Páginas: 198
Ano: 2015
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8555262712
ISBN13: 9788555262715
Sobre a editora
Os livros da editora Autografía revelam um interesse por narrativas que transitam entre o íntimo e o coletivo, com temas que vão da superação pessoal à crítica social. Muitas obras exploram dilemas emocionais, como o amor, a fé e a esperança, frequentemente em contextos de adversidade, enquanto outras adotam um tom mais reflexivo e didático, tratando de temas como saúde, direitos humanos e questões ambientais. O catálogo indica diversidade entre textos mais narrativos, como romances e crônicas, e obras informativas, que dialogam com públicos variados, do leitor comum ao acadêmico. Essa combinação cria um ritmo que ora convida à emoção, ora à reflexão, com linguagem acessível e conteúdo multifocal.
