
Título: Que horas são?: Ensaios
Autor: Roberto Schwarz
Sinopse: Com o título deliberadamente irônico de Que horas são?, este livro analisa alguns dos impasses e acertos da cultura brasileira desde o século passado até o presente momento. Além de discutir os motivos pelos quais ela dá sempre a impressão de ser postiça, ou de insistir no fato de que os partidos populares atuais devem ter uma política para a mídia, Schwarz examina o romance de Machado de Assis, a poesia de Oswald de Andrade e de Augusto de Campos ou o filme Cabra marcado para morrer, de Eduardo Coutinho, assim como uma peça de Brecht, A Santa Joana dos Matadouros. Suas leituras movem-se constantemente de uma cuidadosa atenção à obra para o espaço social em que esta foi gerada e vice-versa, o que faz com que seus textos críticos sejam não só abrangentes como estimulantes e polêmicos."Roberto Schwarz é um dos mais influentes intelectuais brasileiros da atualidade."Folha de S. Paulo
Contexto da obra
Na crítica literária, livros como este costumam ampliar a leitura de autores, obras e tradições. “Que horas são?: Ensaios”, de Roberto Schwarz, publicado pela editora Companhia das Letras, em 1987 e com 184 páginas, integra a categoria Livros de Crítica Literária. Na prática, isso ajuda a situar o livro como apoio valioso para quem quer ler obras e autores com mais contexto.
Editora: Companhia das Letras
Páginas: 184
Ano: 1987
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8585095571
ISBN13: 9788585095574
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,213
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 1,00
Sobre a editora
Os livros da editora Companhia Das Letras oferecem uma experiência de leitura que varia entre o íntimo e o social, com narrativas que exploram conflitos familiares, questões históricas e políticas, além de temas contemporâneos como violência e memória. O catálogo privilegia obras que mesclam profundidade psicológica e crítica social, apresentando personagens complexos e ambientes que vão do Brasil urbano à paisagem natural, passando por contextos históricos e culturais diversos. Há um equilíbrio entre textos mais narrativos, como romances e contos, e obras informativas ou ensaísticas que dialogam com a história, política e ciências sociais. O tom pode ser tanto reflexivo e melancólico quanto ágil e envolvente, com ritmo que ora convida à contemplação, ora mantém a tensão do suspense.
