
Título: QUE SUJEITO SOMOS NÓS?
Autor: Monica Stival
Sinopse: O livro Que sujeito somos nós? Poder, racionalidade (neo)liberal e democracia procura articular uma série de temas centrais da política contemporânea a fim de refletir sobre a constituição histórica das relações de poder que sustentam o nosso modo de ser – particularmente no liberalismo e neoliberalismo – e apontar fios para um debate renovado sobre a democracia no século XXI. Monica Stival parte de autores da filosofia política contemporânea, sobretudo Michel Foucault, sem deixar de sinalizar os limites desta linguagem na compreensão de quem somos. Afinal, tanto a linguagem quanto nosso modo de ser são, ao mesmo tempo, cheios de sentido e plenos de vazio, sérios e risíveis.
Contexto da obra
Nas Ciências Políticas, livros como este costumam dialogar com instituições, ideias e vida pública. “QUE SUJEITO SOMOS NÓS?”, de Monica Stival, publicado pela editora EdUFSCar e em 2025, integra a categoria Livros de Ciências Políticas. Esse enquadramento ajuda o leitor a perceber melhor a natureza analítica da obra e seu lugar no debate político.
Editora: EdUFSCar
Páginas: 0
Ano: 2025
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8576006391
ISBN13: 9788576006398
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,260
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 15,00
- Espessura (cm): 1,00
Sobre a editora
Os livros da editora Edufscar apresentam um perfil marcadamente acadêmico e didático, com foco em temas ligados à educação, ciências humanas e exatas, além de discussões sociais contemporâneas. A experiência de leitura costuma ser densa e informativa, orientada para estudantes universitários, profissionais e pesquisadores que buscam aprofundamento em áreas específicas, como gestão escolar, políticas públicas, linguagens acadêmicas e ciências aplicadas. O tom varia entre o mais teórico e o prático, com obras que combinam análises históricas, reflexões críticas e manuais técnicos, evidenciando um catálogo que privilegia o rigor conceitual e a clareza na exposição dos conteúdos. A diversidade se manifesta no contraste entre obras que exploram narrativas biográficas e sociais e aquelas que trazem textos mais estruturados e didáticos, voltados para o ensino e a formação profissional.
