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Queer Cinema: The Film Reader

Título: Queer Cinema: The Film Reader

Autor: Harry Benshoff

Sinopse: Queer Cinema, The Film Reader examines the relationship between cinematic representations of sexuality and their social, historical, and industrial contexts. Clearly divided into an introductory overview and four topic areas, the Reader explores how recent critical thinking has approached queer sexualities in relation to the cinema. The four sections discuss: Authorship - examining the role of sexuality in the work of queer filmmakers such as George Cukor, Dorothy Arzner, Barbara Hammer, and the directors of New Queer Cinema; Forms - exploring how genres such as the horror film, the musical, film noir, and the animated film construct queer cinematic spaces; Camp - looking at how this reception strategy and mode of textual production, initially practised by pre-Stonewall queers, retains its critical charge even in contemporary mainstream popular culture; Reception - considering three specific historical case-studies of how queer fans have interacted with media texts from Judy Garland to Star Trek. The Reader concludes with an essay that queerly rethinks classical gaze theory and allows students and scholars of the subject to draw their own conclusions in their studies.

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Queer Cinema: The Film Reader”, de Harry Benshoff, publicado pela editora Routledge, em 2004 e com 256 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: Routledge

Páginas: 256

Ano: 2004

Edição:

Linguagem: inglês

ISBN: 0415319870

ISBN13: 9780415319874

    Sobre a editora

    Os livros da editora Routledge costumam oferecer leituras densas e fundamentadas, que transitam entre análises sociais, históricas e filosóficas com rigor acadêmico. O catálogo apresenta obras que exploram temas complexos como dinâmicas culturais, teorias sociais, políticas públicas, estudos de gênero, filosofia da arte e mediações culturais, frequentemente com um tom analítico e interdisciplinar. As narrativas são mais informativas e reflexivas do que ficcionais, com textos que demandam atenção ao desenvolvimento de argumentos e conceitos, e que dialogam com debates contemporâneos em várias áreas do conhecimento. Há, portanto, uma predominância de obras que privilegiam o aprofundamento teórico e a contextualização histórica, com linguagem clara, porém densa, adequada a leitores interessados em estudos acadêmicos e profissionais.

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