
Título: Quem Acendeu o Ceu?
Autor: Marcolin Neldson
Sinopse: Clara mora numa cidade grande cheia de luzes fortes à noite, dessas que encobrem de tal forma o céu que mal podemos ver uma estrelinha. Mas isso acaba quando viaja para uma cidade da serra. Numa dessas noites bem escuras, Clara fica encantada quando vê o céu cheio de estrelas brilhantes, e pergunta ao pai “quem acendeu o céu?”. Ao longo do livro, Clara, junto com seu pai, Leonardo, aprende a “olhar” as estrelas, as constelações, saber como se formam, o que significavam para os povos antigos e até para os indígenas brasileiros. Quando avista “um risco de luz no céu” e fica sabendo quem são as estrelas cadentes, faz imediatamente um montão de pedidos. A menina se encanta com a astronomia e começa a “conversar” com as constelações, mexericar com as Três Marias, e criar novas constelações em seu imaginário. Agora vive imaginando que seu quarto é o céu e que faz parte do Universo no meio das estrelas.
Contexto da obra
Na não ficção infantil, obras como esta costumam aproximar informação e curiosidade de forma mais acessível. “Quem Acendeu o Ceu?”, de Marcolin Neldson, publicado pela editora VIEIRA E LENT, em 2014 e com 64 páginas, integra a categoria Livros de Não Ficção Infantil. Esse contexto costuma ser útil para situar a obra entre curiosidade, aprendizado e mediação.
Editora: VIEIRA E LENT
Páginas: 64
Ano: 2014
Edição: Literatura Infantojuvenil
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8581600204
ISBN13: 9788581600208
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,280
- Altura (cm): 28,00
- Largura (cm): 21,00
- Espessura (cm): 1,00
Sobre a editora
Os livros da editora VIEIRA E LENT apresentam uma leitura que combina rigor e acessibilidade, frequentemente abordando temas ligados às ciências humanas, naturais e sociais. O catálogo sugere uma predileção por obras que exploram questões práticas da filosofia, ciências biológicas e sociais, além de narrativas que dialogam com experiências humanas profundas, como saúde mental e identidade cultural. A linguagem tende a ser clara e didática, mesmo quando trata de assuntos complexos, como genética, neurobiologia ou história natural. Há também espaço para relatos pessoais e ensaios que trazem reflexões sobre o cotidiano, o corpo e as emoções, criando um equilíbrio entre o informativo e o narrativo.
