
Título: Quem Ama Não Descuida...
Autor: José Benedito Alves
Sinopse: Hoje a deterioração da vida a dois é rápida. Já não há muitos casais que têm a ventura de uma convivência amorosa por toda a vida. Dos que chegam à velhice "juntos", muitos terminam suas vidas não raro em uma solidão a dois. Por que o caminho do afeto no coração de cada um torna-se, com o tempo, tortuoso, triste e amargurado? Deveria ser o ponto mais alto de uma relação afetiva o coroamento de uma mística que levasse o casal a tocar o Intocável, que é a Ternura e a Compaixão de Deus. Este livro procura projetar um pouco de luz nesse caminho, mostrando que o amor a dois precisa de muito cuidado. Quem ama não descuida um só momento. É necessário renovar o encantamento diante do outro, refazer o caminho do afeto no coração de cada um. Só a afeição que se nutre com gestos de carinho, de ternura, de compreensão, de perdão fará duradoura uma relação a dois numa sociedade em que tudo o que é "sólido se desmancha no ar" seco, árido e doentio do individualismo e da exclusão do outro. É preciso cada dia inventar uma história de amar e de bem-querer. Todo tempo é tempo de reaprender a afeição.
Contexto da obra
Na área de Religião, livros como este costumam ser lidos em diálogo com tradição, formação e reflexão. “Quem Ama Não Descuida…”, de José Benedito Alves, publicado pela editora Edições Loyola, em 2003 e com 56 páginas, integra a categoria Livros de Religião. Esse contexto costuma tornar mais claro o lugar do livro dentro de leituras religiosas mais amplas.
Editora: Edições Loyola
Páginas: 56
Ano: 2003
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8515027305
ISBN13: 9788515027309
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,050
- Altura (cm): 17,00
- Largura (cm): 12,00
- Espessura (cm): 0,30
Sobre a editora
Os livros da editora Edições Loyola convidam o leitor a uma imersão em temas ligados à filosofia, teologia e espiritualidade, com abordagens que transitam entre o rigor acadêmico e a linguagem acessível. O catálogo privilegia obras que exploram a reflexão ética, a experiência religiosa e o pensamento crítico, muitas vezes ancorados em tradições cristãs e no diálogo com a cultura contemporânea. A leitura desses textos costuma exigir atenção ao desenvolvimento de argumentos densos, mas é também marcada por momentos de clareza didática e por um tom contemplativo. Há obras que apresentam compêndios clássicos, como tratados teológicos, e outras que adotam um estilo quase poético para discutir a condição humana e a fé.
