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Quem educa meu filho?

Título: Quem educa meu filho?

Autor: Fernando Costa

Sinopse: Há muito tempo que escuto sobre terceirização de educação dos filhos mesmo antes de Valentina nascer (ela tem 2 anos e 6 meses). E alguns dos atos, que confirma o que disse antes, seria passar a ‘carga’ de responsabilidade e educação para terceiros a exemplos de babás, escola e familiares. Recebi um livro do doutor Fernando André Costa que é pai de três filhas, professor, psicólogo pernambucano e que lança neste sábado (24), às 17h, na Livraria da Jaqueira, zona norte do Recife, um livro com foco nas boas práticas e diretrizes piscoeducacionais sobre o assunto. O título é uma reflexão: “Quem Educa O Meu Filho?”. Não me refiro a você pai ou mãe ter que resolver algo e deixar seu filho na escola integral. Me refiro a você argumentando vida agitada transferir educação de filhos para terceiros, principalmente a escola. Já conversei com amigos (blogueiros ou não) em que casas de festas explicam que algumas pessoas desistem de contratar determinado ambiente porque “a babá não saberia brincar caso alguma indicação do equipamento eletrônico fosse em inglês”. Me pergunto. E os responsáveis que falam outra língua estariam fazendo o que nessa hora? Desculpem ser tão direto, mas isso é um assunto sério e merece ser tratado com transparência sem muito ‘arrodeio’. Você gerou (homem e mulher) então cuide de seus filhos porque é um ato de amor a eles e com a sociedade. Leia com atenção o relato do autor. “Como psicoterapeuta, passei um período acompanhando crianças e, quando chegava o momento de migrar da fase investigativa para a fase de tratamento, a psicoterapia era redirecionada aos pais. Se os pais não mudam suas condutas, não haverá transformação na criança. A partir de então, recebi muitos convites de escolas para ministrar palestras aos pais sobre “educar psicologicamente”. Em todas elas, sem exceção, eles me abordaram com inúmeras e repetidas indagações sobre o ato de educar, demonstrando, além da preocupação, grande insegurança para tal missão. Muitos deles até brincavam dizendo: “Nossos filhos podiam vir com manual para educar.”, palavras do Doutor Fernando André Costa. Pois é. Filhos não têm manual e requer dedicação. Por isso recomendo a leitura do livro que farei também. E ao longo postarei comentários e experiências no instagram que leva o nome deste blog. @paideverdade. Mesmo diante do cansaço que nos vem, eu e Joana não nos deixamos terceirizar. Estamos atentos. De novo, não falo sobre ser autoritário (ouvimos dicas de familiares e amigos), mas é de fato estar perto e participar das etapas para que nossa filha cresça segura e ciente de seus direitos e deveres respeitando a todos. Mais sobre o livro – Vivemos um momento de modificação social, do despertar para a importância da educação infantil conduzida por seus responsáveis, e esta nova percepção não aceita mais a antiga argumentação de que a escola é a responsável pela formação do caráter da criança. A responsabilidade pela educação dos filhos retorna aos pais, ao lar, embatendo com a cultura imediatista e da substituição da companhia humana e parental pelos celulares, tablets, videogames e notebooks que, em tantas casas, tomou o espaço do contato familiar e condenou o exercício do desenvolvimento social destes. A família precisa identificar e assumir o seu lugar mediante às necessidades da criança para que esta cresça bem e venha a se relacionar de forma saudável com o mundo.

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Quem educa meu filho?”, de Fernando Costa, publicado pela editora Dracaena, em 2018 e com 118 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: Dracaena

Páginas: 118

Ano: 2018

Edição:

Linguagem: português

ISBN: 8582183836

ISBN13: 9788582183830

    Sobre a editora

    Os livros da editora Dracaena convidam o leitor a explorar narrativas que transitam entre mundos fantásticos, futuros distópicos e conflitos sobrenaturais, muitas vezes com um tom de mistério e aventura. O catálogo revela uma predileção por histórias que mesclam elementos de fantasia com desafios pessoais e batalhas épicas, além de obras que abordam temas contemporâneos como comportamento social e espiritualidade com linguagem acessível. A diversidade é marcada pelo contraste entre enredos mais narrativos, como romances imersivos e épicos, e textos informativos ou reflexivos, que dialogam com o cotidiano e o desenvolvimento pessoal. A leitura tende a ser envolvente e dinâmica, com personagens que enfrentam dilemas intensos e cenários que variam do apocalíptico ao mágico, sempre com uma atenção ao ritmo que mantém a tensão e o interesse.

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