
Título: Quem Manda na Cidade. Poder e Rent-Seeking Urbano
Autor: Charles Henrique Voos
Sinopse: O livro Quem manda na cidade: poder e rent-seeking urbano mostra os verdadeiros nomes por trás da especulação imobiliária, ou seja, aqueles agentes que mandam no planejamento das cidades. As regras atuais até podem ser mais amigáveis à participação, mas o modelo de tomada de decisão excludente que permeia nosso país encontrou um jeito de tornar a gestão democrática da cidade uma “alegoria”, um “faz de conta” ou qualquer outro adjetivo semelhante. Além de apresentar o conceito do rent-seeking urbano, a obra possui uma vasta bibliografia, alegando que existe, mesmo com várias leis garantindo a participação popular no processo, um realinhamento das instâncias participativas (com aval do judiciário) para atender aos interesses de poucos, gerando, assim, a grande desigualdade persistente no espaço urbano brasileiro. A hipótese é comprovada com entrevistas, mais de 450 reportagens de jornais, por volta de mil registros de doação de campanhas e uma detalhada análise de discurso político dos agentes envolvidos. A partir da extensa quantidade de informações, é um estudo essencial para todos aqueles interessados na compreensão da realidade urbana, política e social do Brasil.
Contexto da obra
Nas Ciências Sociais, obras como esta costumam interessar pela forma como ampliam a leitura da sociedade. “Quem Manda na Cidade. Poder e Rent-Seeking Urbano”, de Charles Henrique Voos, publicado pela editora Appris Editora, em 2018 e com 255 páginas, integra a categoria Livros de Ciências Sociais. Por isso, o livro tende a ganhar força quando lido também como ferramenta de compreensão do mundo social.
Editora: Appris Editora
Páginas: 255
Ano: 2018
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8547311211
ISBN13: 9788547311216
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,200
- Altura (cm): 23,00
- Largura (cm): 16,00
- Espessura (cm): 1,60
Sobre a editora
Os livros da editora Appris Editora apresentam um olhar atento a temas contemporâneos e questões sociais, educacionais e culturais, com textos que transitam entre análises teóricas e relatos práticos. A experiência de leitura frequentemente envolve reflexões críticas sobre educação, saúde, direitos humanos e práticas profissionais, com uma linguagem que varia entre o acessível e o acadêmico, sempre com densidade conceitual. O catálogo indica uma preocupação com a formação de sujeitos em contextos diversos, desde a infância até a vida adulta, e com temas que dialogam com políticas públicas, inovação e práticas interdisciplinares. Há obras que exploram desde o ensino formal e suas metodologias até debates sobre sexualidade, envelhecimento, cultura e memória, revelando um perfil editorial que privilegia o aprofundamento e a problematização social.
