
Título: Quem Manda no Mundo?
Autor: Noam Chomsky
Sinopse: O mais importante ativista intelectual do mundo oferece neste livro um aprofundado exame das mudanças do poder norte-americano, as ameaças à democracia e o futuro da ordem global. Meticulosamente documentado, Quem manda no mundo? é um guia indispensável para entender a situação internacional atual. Com clareza e oferecendo diversos exemplos, Chomsky mostra como os Estados Unidos continuam sendo a voz mais forte, mesmo com a ascensão da Europa e da Ásia. O envolvimento americano com China e Cuba, as sanções contra o Irã, os conflitos no Iraque, Afeganistão e Israel/Palestina, a relação com a América Latina e África e o aquecimento global são alguns dos pontos discutidos no livro. Chomsky escreveu um posfácio sobre a eleição de Donald Trump, o referendo Brexit e a ascensão dos partidos ultranacionalistas de extrema direita na Europa. Sua conclusão é alarmante e preocupante sobre o futuro do mundo.
Contexto da obra
Nas Ciências Políticas, livros como este costumam dialogar com instituições, ideias e vida pública. “Quem Manda no Mundo?”, de Noam Chomsky, publicado pela editora Crítica, em 2017 e com 400 páginas, integra a categoria Livros de Ciências Políticas. Esse enquadramento ajuda o leitor a perceber melhor a natureza analítica da obra e seu lugar no debate político.
Editora: Crítica
Páginas: 400
Ano: 2017
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8542210190
ISBN13: 9788542210194
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,522
- Altura (cm): 22,60
- Largura (cm): 15,20
- Espessura (cm): 2,10
Sobre a editora
Os livros da editora Crítica convidam o leitor a mergulhar em narrativas densas que exploram a história sob múltiplos ângulos, desde grandes impérios até biografias detalhadas de figuras complexas. A experiência de leitura costuma ser marcada por um tom analítico e uma linguagem que privilegia o rigor documental, sem abrir mão da clareza para públicos interessados em temas políticos, sociais e culturais. O catálogo apresenta obras que dialogam com diferentes períodos históricos e abordagens, ora mais narrativas, ora mais reflexivas, contemplando tanto a história global quanto a história intelectual e científica. Essa variedade sugere um interesse editorial em oferecer perspectivas que ampliem a compreensão do passado e suas conexões com o presente.
