
Título: Quem me Dera ter um Filho
Autor: Sinéad Moriarty
Sinopse: Qual é o próximo passo a dar quando se tem trinta e três anos, casa, emprego e o marido ideal? Exactamente, ter um bebé! É a isso que Emma Hamilton se propõe no primeiro dia do ano. Afinal de contas, não pode ser assim tão difícil, especialmente se considerarmos que o marido, James, até é muito bem-parecido. Mas quando a Mãe Natureza se recusa a satisfazer os desejos de Emma, esta mergulha de cabeça numa série de estratagemas mirabolantes que incluem fazer testes de ovulação (que ela nem sabia que existiam), obrigar o marido a deixar de fumar e de andar de bicicleta, submetê-lo a uma dieta «de coelho» e até fazer o pino depois de ter tido relações com ele para não contrariar a gravidade! Uma história que retrata o que uma mulher está disposta a fazer para lutar pela única coisa que falta na sua vida e que tem tanto de divertido como de enternecedor.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Quem me Dera ter um Filho”, de Sinéad Moriarty, publicado pela editora Presença, em 2004 e com 264 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Presença
Páginas: 264
Ano: 2004
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 9722332902
ISBN13: 9789722332903
Sobre a editora
Os livros da editora Presença convidam o leitor a navegar entre narrativas que exploram tanto conflitos íntimos quanto grandes panoramas históricos e sociais. O catálogo revela obras que transitam entre a ficção contemporânea, marcada por personagens em busca de autoconhecimento e relações complexas, e títulos que abordam períodos históricos ou culturais com linguagem acessível e detalhada. Há um equilíbrio perceptível entre histórias mais narrativas, que focam no desenvolvimento emocional e psicológico, e outras que adotam um tom mais informativo e didático, como ensaios sobre arte, filosofia e história. O tom das obras varia do humor sutil ao drama profundo, frequentemente com ritmo que privilegia a reflexão e a construção cuidadosa dos ambientes e personagens.
