
Título: Quem me Leva Para Passear
Autor: Elisa Lucinda
Sinopse: Em "Quem me leva para passear" Elisa Lucinda retorna a personagem Edite, do "Livro do avesso". Fazendo uso da técnica literária fluxo de consciência, Elisa vai nos permitindo conhecer o pensamento de Edite, que em seu monólogo interior com amor e humor nos conduz a aprimorar o olhar para a vida. "Edite é uma mulher ou é muitas?Quando li os escritos de Elisa, me transportei imediatamente para o universo de Edite que sim, em muitos momentos parecia ser algo particular, do exercício da liberdade dessa mulher preta cheia de desejos, uma querente por excelência e em outros momentos ela era muitas. Percebi pensamentos íntimos de avós, primas, tias, mãe ou até de desconhecidas. Edite é isso.... Uma ótima companhia para o nosso existir. Amo as palavras de Elisa Lucinda assim como a amo. E sei que Edite também entrará nos seus corações." - Lázaro Ramos
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “Quem me Leva Para Passear”, de Elisa Lucinda, publicado pela editora Malê, em 2021 e com 196 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Malê
Páginas: 196
Ano: 2021
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 6587746640
ISBN13: 9786587746647
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,287
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 1,50
Sobre a editora
Os livros da editora MALE oferecem uma experiência de leitura marcada pela presença forte da cultura negra, com narrativas que transitam entre o íntimo e o coletivo, o cotidiano e o histórico. A sensibilidade na construção dos personagens permite ao leitor entrar em suas casas, sentir suas dores e sonhos, muitas vezes atravessados por tensões sociais e políticas. O catálogo inclui obras que exploram desde contos com olhar atento às micro relações até romances distópicos com atmosfera angustiante, além de textos que misturam prosa poética e fragmentos de memória. A diversidade de estilos vai do relato ficcional à escrita ensaística, sempre com um tom que provoca reflexão e envolvimento emocional. Em muitos casos, a ancestralidade africana e a insurgência poética são temas centrais, revelando um compromisso com a representatividade e a reinterpretação das narrativas tradicionais.
