
Título: Quem mexeu no meu trema?
Autor: Max Gehringer
Sinopse: Max Gehringer é um autor best seller em assuntos do mundo corporativo. Referência para quem busca conselhos sobre carreira, Max nos traz neste livro uma recomendação fundamental: aprenda antes de mais nada a escrever corretamente o português. Ao longo da vida o autor foi sempre um curioso e estudioso da língua portuguesa, seu principal instrumento de trabalho. Nesta obra, ele reúne o resultado de uma pesquisa de anos sobre as mudanças ortográficas e suas consequências para o português do Brasil. Saindo completamente da abordagem acadêmica, Quem mexeu no meu trema vai levar o leitor por uma viagem saborosa e agradável pelas aventuras e desventuras da história da nossa língua, sempre de forma leve e bem-humorada. Por que a palavra dançar passou a ser escrita com s e depois voltou a ser grafada com ç? Como e onde começou a história da escrita? Por que não há um acordo ortográfico definitivo? Um livro para você aprender sobre o nosso idioma e conhecer decisões surpreendentes e momentos cômicos no desenvolvimento da nossa língua e cultura.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Quem mexeu no meu trema?”, de Max Gehringer, publicado pela editora e-Galáxia, em 2013 e com 125 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: e-Galáxia
Páginas: 125
Ano: 2013
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8567080134
ISBN13: 9788567080130
Sobre a editora
Os livros da editora E-Galáxia costumam explorar narrativas que transitam entre o conto, o ensaio e o humor gráfico, criando uma experiência de leitura marcada pela diversidade de vozes e estilos. O catálogo apresenta obras que vão do relato íntimo e sensível, como crônicas pessoais e histórias de paternidade, até contos densos e provocativos que abordam temas como culpa, violência urbana e dilemas éticos. Em alguns títulos, o ritmo é mais acelerado, com tensão crescente, enquanto em outros predomina um tom mais reflexivo e pausado, quase meditativo. Essa variedade sugere um interesse editorial em textos que desafiam o leitor a navegar entre o cotidiano e o extraordinário, entre o realismo cru e o humor sutil.
