
Título: Quem Tem Medo do Amor
Autor: René Fallet
Sinopse: Londres, na época da pop music. Uma certa parcela da juventude dialoga com Deus por intermédio do LSD, embriaga-se de ruído nas boates, sob os retratos de Lênin e Mao Tse-tung. Em meio a essa juventude ávida de protestos, um "atrasado" Michael Huggins, agente imobiliário e celibatário inveterado, que nada mais espera da vida que uma coisa: mulheres, muitas mulheres. Uma pequena francesa de vinte e quatro anos, casada e mãe de dois filhos, faz com que o "gavião" inglês descubra bruscamente o mais estranho dos sentimentos, aquele que hoje em dia já nem ousa revelar seu verdadeiro nome: o amor. O amor angustiante, violento, ciumento, insatisfeito - eis o que Huggins descobre através daquela que ele batiza de "Cereja", a única que lhe disse "Não". Uma negativa de esposa que não deseja aventuras ou problemas. Mas a pequena francesa seria realmente inacessível? Como vives o amor, Cereja? Como fazes o amor? Quem poderia saber? Quem seria capaz de responder a uma pergunta que se transforma num drama, numa obsessão? O autor de Paris ao mois d'août dá uma dimensão e conclusão inesperadas a este romance ardente, poético, escrito por mão segura e, muitas vezes, cruel.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Quem Tem Medo do Amor”, de René Fallet, publicado pela editora Expressão e Cultura, em 1970 e com 293 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Expressão e Cultura
Páginas: 293
Ano: 1970
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Expressão e Cultura revelam um interesse por temas sociais e históricos que atravessam diferentes tempos e espaços, do Brasil ao mundo. O catálogo apresenta obras que exploram conflitos humanos profundos, como o amor conflituoso e obsessivo, dilemas éticos e políticos, e tensões entre valores culturais e econômicos. Há um equilíbrio perceptível entre narrativas ficcionais densas, que investem em personagens complexos e atmosferas carregadas de tensão, e textos mais analíticos ou documentais, que abordam questões como espionagem, história econômica e estudos culturais. O tom varia do poético e dramático ao didático e investigativo, sugerindo uma diversidade que atende tanto a leitores que buscam envolvimento emocional quanto a quem prefere reflexões fundamentadas e contextualizadas.
