
Título: Quem Tem Medo do Dr. House?
Autor: Nuria Torrents
Sinopse: House é um transgressor. Transgride à toa, banalmente. Transgride, também, quando o assunto é importante, fundamental para o fortalecimento do indivíduo. Portanto, comete tanto as transgressões evolutivas – que buscam e exigem as vivências fundamentais da psique, mesmo quando estas estão excluídas das normas sociais –, quanto as que são mera provocação; psicopatia em pequenas doses. Com isso, o público se desconcerta, querendo encontrar em Gregory House um sábio, embora encontre um chato: iconoclasta de si mesmo. O livro Quem tem medo do dr. House?, organizado pelas psicólogas Nuria Torrents e Maria Elci Spaccaquerche, tem por proposta fazer uma reflexão, em nove artigos, sobre as questões intrigantes que a série desperta. As autoras, estudiosas de Carl Gustav Jung, desnudam, no melhor estilo House, a personalidade complexa e paradoxal do personagem. A obra, com apresentações da escritora Adélia Prado e do psicólogo João Bezinelli, conta com artigos de Ana Maria Caramujo, Ana Maria Galrão Rios, Beth Haga, Irene Gaeta Arcuri, Leda P. Seixas, Lúcia Helena Hebling Almeida, Nuria Torrents, Raissa Arcuri, Rita Hetem, Sonia A. Blota Belotti e Vera Helena de Moraes Barros.
Contexto da obra
Na Psicologia, livros como este costumam interessar tanto pela formação quanto pela reflexão que propõem. “Quem Tem Medo do Dr. House?”, de Nuria Torrents, publicado pela editora Primavera PSI, em 1900 e com 144 páginas, integra a categoria Livros de Psicologia. Esse enquadramento ajuda a situar melhor a obra entre leitura acadêmica, interesse clínico e reflexão sobre experiência humana.
Editora: Primavera PSI
Páginas: 144
Ano: 1900
Edição: Psicologia
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8561977353
ISBN13: 9788561977351
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,330
- Altura (cm): 16,00
- Largura (cm): 23,00
- Espessura (cm): 0,80
Sobre a editora
Os livros da editora Primavera PSI oferecem uma imersão cuidadosa na psicanálise, com obras que transitam entre textos técnicos e narrativas que exploram a subjetividade humana. A experiência de leitura costuma ser marcada por reflexões clínicas fundamentadas, mas sem rigidez dogmática, e por investigações que ampliam o campo da psicanálise para além do setting tradicional, incluindo temas como a clínica com bebês, os laços familiares e a relação entre psicanálise e questões sociais. O tom varia entre o denso e o acessível, com obras que combinam rigor teórico e linguagem que pode ser literária ou mais direta, contemplando também produções visuais que dialogam com o inconsciente. O catálogo da Primavera PSI apresenta, assim, um equilíbrio entre textos que aprofundam conceitos metapsicológicos e outros que propõem um contato mais sensível e artístico com o inconsciente.
