
Título: Querido Diego sua Quiela
Autor: Poniatowska Elena
Sinopse: Paris, inverno de 1921. A artista plástica e exilada russa Angelina Beloff escreve, sem obter resposta, sucessivas cartas ao marido, o pintor Diego Rivera, que havia retornado ao México. Nessas cartas, reconstrói o cotidiano de Paris na época da Primeira Guerra Mundial e suas vanguardas artísticas, demonstra sua devoção incondicional ao marido e fala de sua busca artística. Uma história comovente; sensível e brutal ao mesmo tempo. Vencedora do Prêmio Cervantes (2013), a jornalista e escritora mexicana Elena Poniatowska parte de um fato real, o relacionamento entre o reverenciado pintor mexicano Diego Rivera e a pintora russa Angelina Beloff, para elaborar uma registro pungente e comovedor sobre amor, entrega, dependência e a posição da mulher e da arte no começo do século XX.
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “Querido Diego sua Quiela”, de Poniatowska Elena, publicado pela editora Mundaréu, em 2019 e com 80 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Mundaréu
Páginas: 80
Ano: 2019
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8568259251
ISBN13: 9788568259252
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,110
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 13,00
- Espessura (cm): 0,70
Sobre a editora
Os livros da editora Mundaréu conduzem o leitor por experiências densas e multifacetadas, que transitam entre relatos históricos, narrativas autobiográficas e reflexões culturais. O catálogo privilegia obras que exploram o cotidiano em contextos marcados por conflitos sociais, políticos e pessoais, muitas vezes com um olhar crítico sobre regimes autoritários e suas repercussões humanas. Há uma atenção especial à construção de atmosferas e à linguagem que envolve o leitor em tensões reais, ora por meio de personagens que enfrentam opressões, ora por meio de ensaios que dialogam com a tradição literária e filosófica. O tom pode variar do sombrio ao poético, mas mantém uma densidade que convida à reflexão profunda.
