
Título: Questões de Artes Visuais
Autor: Graciela Ormezzano (org.)
Sinopse: Quanto mais nos aproximamos do século XX, mais a arte deixar de ser mera aproximação mimética do real, p0or mais perfeita e bela que seja, para se tornar também um questionamento profundo, um reflexão sobre o próprio ato de fazer arte, os modos de fazê-la, os meios que a instrumentalizam, os olhares que a modificam etc. Tal postura só encontra alguns antecedentes na arte pretérita nas instigadoras experimentações de Cézanne e suas naturezas mortas pintadas sob ângulos de visão distintos, antecipando o cubismo; nas reflexões de Van Eyck sobre as posições do olhar, do pintor e dos retratados, na tela do casal Arnolfini, processo este elevado ao paroxismo no quadro As Meninas, de Velásquez, que não por acaso inspirou obsessivas revisões de Picasso e inúmeras análises críticas.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Questões de Artes Visuais”, de Graciela Ormezzano (org.), publicado pela editora UPF, em 2004 e com 202 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: UPF
Páginas: 202
Ano: 2004
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8575152335
ISBN13: 9788575152331
Sobre a editora
Os livros da editora UPF oferecem uma leitura que transita entre o acadêmico e o didático, com foco em temas que abrangem desde as ciências da saúde e humanas até reflexões culturais e sociais. A linguagem tende a ser acessível, mesmo quando aborda conteúdos complexos, como anatomia, direito e filosofia, favorecendo estudantes e leitores interessados em aprofundar conhecimentos específicos. O catálogo apresenta obras que mesclam análise teórica com exemplos práticos, além de textos que exploram narrativas históricas e sociais, frequentemente com um tom reflexivo e investigativo. Há também espaço para coletâneas que dialogam com a formação leitora e a produção cultural, mostrando um equilíbrio entre o mais narrativo e o mais informativo.
