
Título: Quinze Ans Après: Fanfan 2
Autor: Alexandre Jardin
Sinopse: « Quinze ans après » est la suite de « Fanfan », nous retrouvons nos amoureux passionnés, aujourd’hui quadragénaires. Notre couple s’est séparé, depuis chacun à fait son chemin, Fanfan a connu deux mariages, deux enfants et aujourd’hui elle divorce. De son côté Alexandre à aussi deux enfants, est toujours aussi imaginatif, déjanté, seul réel changement, il ne pense plus que le meilleur est dans les débuts, mais dans les fantasmes des habitudes. Ils se convertissent au bonheur de la vie conjugale, « l’amour pas pour toujours, mais déjà tous les jours ». Cela fait 15 ans qu’Alexandre attend Fanfan tous les 18 juin au drive-in de la plage d’Ostie, c’est là qu’ils doivent se retrouver pour se marier …. Il ne faut pas oublier le troisième personnage Faustine, amie, voisine de Fanfan, une nymphomane cruelle. Toujours autant de fantaisie, Alexandre doit être atteint du syndrome de Peter Pan, j’aime bien retrouver cet auteur, c’est un moment à part, un moment de rêve, de plaisir, il m’emmène dans son délire romanesque.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Quinze Ans Après: Fanfan 2”, de Alexandre Jardin, publicado pela editora Le Livre de Poche, em 2010 e com 286 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Le Livre de Poche
Páginas: 286
Ano: 2010
Edição:
Linguagem: francês
ISBN: 2253156728
ISBN13: 9782253156727
Sobre a editora
Os livros da editora LE LIVRE DE POCHE convidam o leitor a mergulhar em narrativas densas e multifacetadas, onde o drama humano se entrelaça com reflexões existenciais e contextos históricos variados. A experiência de leitura frequentemente envolve personagens em crises profundas, como jovens enfrentando a perda da inocência, sociedades à beira do colapso ou indivíduos confrontados com dilemas morais e afetivos complexos. O tom oscila entre o melancólico e o esperançoso, com histórias que exploram tanto o íntimo quanto o coletivo, em ambientes que vão de cenários históricos detalhados a futuros distópicos. Esse equilíbrio entre o narrativo e o filosófico, presente nas sinopses, sugere um catálogo que valoriza tramas que provocam o pensamento sem abrir mão da intensidade emocional.
