
Título: Radio Free Albemuth
Autor: Philip K. Dick
Sinopse: Here is another of the unpublished novels science-fiction writer Dick left when he died in 1982. It recounts the friendship of two California men, Nicholas Brady, a record store clerk and later a record company executive, and Philip K. Dick, a writer. During the several decades spanned by the novel, America slides into fascism, particularly under the presidency of Ferris F. Fremont, who comes into office in 1969. Once entrenched, Fremont begins tossing dissidents into camps and in some cases executing them. Brady, meanwhile, has been receiving communications from a Godlike intelligence which he dubs Valis (an idea the author utilized previously in Valis). Valis guides Brady in the secrets of the universe, in the conduct of his life, and in a plot to bring down the monstrous Fremont, a cause to which Brady is finally martyred. This bleak political vision is given extra force by its autobiogrphical tone. Though not one of Dick's best novels, it is an engrossing, non-stop excursion into a believable vision of Hell.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Radio Free Albemuth”, de Philip K. Dick, publicado pela editora Vintage, em 1998 e com 214 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Vintage
Páginas: 214
Ano: 1998
Edição:
Linguagem: inglês
ISBN: 0679781374
ISBN13: 9780679781370
Sobre a editora
Os livros da editora Vintage oferecem uma experiência de leitura que mescla narrativas densas e personagens complexos, muitas vezes ambientados em contextos históricos ou sociais marcantes. As sinopses sugerem um catálogo que transita entre o romance contemporâneo com temas de identidade e trauma, thrillers de investigação ambientados em ambientes de elite, e obras que exploram questões políticas e culturais profundas. O tom varia do intimista e reflexivo ao tenso e cheio de reviravoltas, com uma linguagem que pode ser tanto lírica quanto direta, dependendo do foco narrativo. Vintage parece privilegiar histórias que provocam reflexão sobre o indivíduo em seu meio social, com atenção a conflitos internos e externos, e que frequentemente apresentam uma ambientação rica em detalhes, seja em cidades modernas, sociedades históricas ou realidades políticas complexas.
