
Título: Rain Is Not My Indian Name
Autor: Cynthia Leitich Smith
Sinopse: In a voice that resonates with insight and humor, New York Times bestselling author Cynthia Leitich Smith tells the story of a teenage girl who must face down her grief and reclaim her place in the world with the help of her intertribal community. It's been six months since Cassidy Rain Berghoff’s best friend, Galen, died, and up until now she has succeeded in shutting herself off from the world. But when controversy arises around Aunt Georgia’s Indian Camp in their mostly white midwestern community, Rain decides to face the outside world again, with a new job photographing the campers for her town’s newspaper. Soon, Rain has to decide how involved she wants to become in Indian Camp. Does she want to keep a professional distance from her fellow Native teens? And, though she is still grieving, will she be able to embrace new friends and new beginnings?
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Rain Is Not My Indian Name”, de Cynthia Leitich Smith, publicado pela editora Heartdrum, em 2021 e com 144 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Heartdrum
Páginas: 144
Ano: 2021
Edição:
Linguagem: inglês
ISBN: 0380733005
ISBN13: 9780380733002
Sobre a editora
Os livros da editora Heartdrum trazem narrativas que exploram a vida e as culturas indígenas contemporâneas dos Estados Unidos e Canadá, com personagens jovens que enfrentam desafios pessoais e coletivos. A leitura costuma envolver um tom que equilibra humor, emoção e tensão, com temas que vão desde a importância da tradição e identidade até conflitos atuais, como o luto, o pertencimento e a justiça social. Muitas histórias se passam em ambientes que mesclam o cotidiano com elementos culturais específicos, como reservas indígenas, encontros comunitários e eventos tradicionais, criando um clima que valoriza a conexão entre passado e presente. O catálogo indica uma preferência por narrativas que dialogam com leitores jovens, oferecendo perspectivas diversas, ora mais introspectivas e emotivas, ora com ritmo acelerado e suspense.
