
Título: Raios de trevas: Exército das fadas
Autor: Larissa Barros Leal
Sinopse: O mundo de Tálassa é bastante vulnerável a perigos internos e externos, que tomam a forma do misterioso e violento Mal das Estrelas, o grande inimigo da deusa Fény. Para enfrentá-lo, a própria Deusa recruta, a cada trezentos anos, moças jovens para ganharem poderes e assumirem o dever de proteger o mundo e todos que nele habitam, as Fadas. O mundo, diziam, como se o planeta fosse grande. Havia um continente, Ulma. O resto era mar, mar, mar. Este era o pensamento de Daniela, que, ao contrário das amigas, não estava muito empolgada em se tornar Fada. Mesmo assim, aceita o chamado de Fény, junto a outras 25 moças. Ela não estava, porém, preparada para descobrir que estava errada: há continentes inteiros que, séculos atrás, foram separados de Ulma e do contato com as Fadas por alguma influência maligna. As respostas parecem estar em Gelo-Neve, um continente outrora cheio de vida, e hoje completamente devastado pelo Mal das Estrelas. Será que Daniela e suas colegas conseguirão desvendar o que aconteceu e derrotar as forças do mal? Ou sucumbirão a ele?
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “Raios de trevas: Exército das fadas”, de Larissa Barros Leal, publicado pela editora Novos Ases, em 2024 e com 256 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Novos Ases
Páginas: 256
Ano: 2024
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 6554285334
ISBN13: 9786554285339
Sobre a editora
Os livros da editora Novos Ases costumam explorar narrativas que transitam entre a intimidade dos sentimentos e a complexidade das relações humanas, frequentemente ancoradas em contextos brasileiros. A leitura revela um catálogo que mescla poesia reflexiva, com temas como amadurecimento, dor e esperança, e ficções que abordam desde dramas familiares até aventuras com elementos fantásticos e distópicos. O tom varia entre o contemplativo e o tenso, com personagens que enfrentam dilemas pessoais, sociais e até sobrenaturais, em ambientes que vão da cidade contemporânea a mundos imaginários. Há obras que privilegiam uma linguagem simples e direta, enquanto outras se aprofundam em atmosferas densas e misteriosas, criando um ritmo que ora convida à pausa, ora acelera a tensão narrativa. Essa diversidade sugere um interesse editorial em histórias que dialogam tanto com leitores que buscam emoção e introspecção quanto com aqueles que preferem enredos mais dinâmicos e cheios de suspense.
