
Título: Raminho de Alecrim
Autor: Andrew Lang
Sinopse: Era uma vez um homem que só tinha uma filha e a fazia trabalhar o dia todo. A moça era muito bonita e não reclamava, mas vivia torcendo para alguma coisa muito especial acontecer em sua vida. Certa tarde, quando ela já tinha terminado todo o trabalho do dia, seu pai a mandou ao bosque para pegar folhas e galhos secos para a lareira, ouviu uma voz bem próxima… Raminho de Alecrim, narrativa da tradição ibérica bastante conhecida na Europa, resgata o elemento mágico presente nos tradicionais contos populares. Raízes sobrenaturais, um buraco enorme no meio da terra, um túnel misterioso, um príncipe-feiticeiro, uma chave proibida, um baú, um palácio de cristal, uma noz e uma amêndoa encantadas e ainda presentes do Sol e da Lua transportam a criança para o reino do imaginário e possibilitam que ela explore um território cheio de desafios, obstáculos e descobertas.
Contexto da obra
Na ficção infantil, livros como este costumam ter um papel importante na aproximação da criança com a leitura. “Raminho de Alecrim”, de Andrew Lang, publicado pela editora Global Editora, em 2008 e com 24 páginas, integra a categoria Livros de Ficção Infantil. Por isso, o valor do livro costuma aparecer tanto na história quanto no vínculo de leitura que ele ajuda a criar.
Editora: Global Editora
Páginas: 24
Ano: 2008
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8526012622
ISBN13: 9788526012622
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,150
- Altura (cm): 28,00
- Largura (cm): 23,00
- Espessura (cm): 0,10
Sobre a editora
Os livros da editora Global Editora apresentam uma diversidade que vai do resgate da literatura oral e folclórica brasileira a narrativas que exploram a complexidade das relações humanas e sociais. O catálogo traz desde histórias infantis que estimulam a imaginação e o aprendizado, com vocabulário acessível e ilustrações cuidadosas, até textos que abordam temas densos como o horror do fascismo e a luta pela memória histórica. A linguagem varia entre o poético e o didático, com obras que dialogam tanto com o público jovem quanto com leitores interessados em antropologia, educação e literatura crítica. Essa pluralidade cria um ritmo editorial que ora convida à fantasia e ao encantamento, ora instiga reflexões profundas sobre identidade, cultura e convivência.
