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Rapsódia a Samuel Rawet

Título: Rapsódia a Samuel Rawet

Autor: Ezio Flavio Bazzo

Sinopse: "Ouvi falar de Rawet pela primeira vez no Campus da Unb, ali na livraria do Chiquinho, numa tarde ensolarada, quando as meninas da filosofia estavam sentadas de pernas abertas junto as paredes, folheando Kant ou fingindo entender Dérrida (...) Prozac, Aropac, Daforin , Deprax, Trifluoperazina e outras mil merdas, tudo em doses supercavalares. Id, Ego, Superego. O desejo é aquilo que falta, aquilo que está ausente! Os olhos já sem lágrimas parecem duas sementes estéreis..."

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Rapsódia a Samuel Rawet”, de Ezio Flavio Bazzo, publicado pela editora Caseira, em 1997 e com 98 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: Caseira

Páginas: 98

Ano: 1997

Edição:

Linguagem: português

ISBN:

ISBN13:

    Sobre o autor

    A leitura dos livros de Ezio Flavio Bazzo é um mergulho em um universo de ironia áspera e reflexões que desafiam o leitor a confrontar tabus e convenções sociais. A prosa se apresenta ora como um ataque mordaz, ora como uma meditação inquietante, alternando entre o humor cáustico e a crítica profunda. O ritmo varia entre passagens densas e outras mais fragmentadas, criando uma tensão constante entre o grotesco e o filosófico. A voz do autor é direta, quase como um sussurro sarcástico que não poupa o leitor nem a si mesmo, explorando temas que vão do corpo e suas funções mais básicas até questionamentos sobre moralidade e existência. Essa experiência provoca desconforto e fascínio, deixando no ar perguntas sobre o que realmente nos define enquanto seres humanos.

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    Sobre a editora

    Os livros da editora Caseira convidam a uma leitura densa e crítica, onde o olhar se volta para as tensões entre o humano e o tempo, o corpo e a alma, o poder e a vaidade. A linguagem frequentemente traz um tom afiado e irônico, com imagens que oscilam entre o clínico e o poético, explorando conflitos internos e sociais. Há um interesse recorrente por temas como a existência, a condição humana e as contradições do cotidiano, muitas vezes ambientados em cenários que vão do sertão brasileiro a paisagens intergalácticas. O ritmo varia entre narrativas que provocam reflexão e outras que se aproximam de um ensaio literário, com passagens que misturam humor ácido e crítica social. Navegar pelo catálogo da Caseira é entrar em um espaço onde a experiência de leitura exige atenção ao detalhe e abertura para múltiplas camadas de significado.

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