
Título: Rato de Teatro
Autor: Paula Sandroni
Sinopse: Caco era o nome do ratinho. Aquele que vivia no teatro Balacobaco. Sua aparição era sempre o maior bafafá. – Chamem o corpo de bombeiros! – berrava o produtor. O ratinho Caco achava a maior graça. Como é que uma criatura tão pequenina como ele podia causar tamanha confusão!? E, através de Caco, a escritora Paula Sandroni, com a colaboração da ilustradora Elisabeth Teixeira, coloca seu leitor diante da realidade mágica do teatro, onde tudo pode acontecer. Caco, um ratinho que fala, é uma prova disso. Além do mágico, Paula Sandroni aproveita seu texto para introduzir o leitor também no universo real do mundo do teatro e, assim, apresenta-nos uma série de palavras características desse espaço mágico – coxia, deixa, rotunda, contra-regra, entre outras. Ler o Rato de teatro significa trabalhar a sensibilidade, a percepção, o poder criativo da criança.
Contexto da obra
Na ficção infantil, livros como este costumam ter um papel importante na aproximação da criança com a leitura. “Rato de Teatro”, de Paula Sandroni, publicado pela editora Global Editora, em 2002 e com 16 páginas, integra a categoria Livros de Ficção Infantil. Por isso, o valor do livro costuma aparecer tanto na história quanto no vínculo de leitura que ele ajuda a criar.
Editora: Global Editora
Páginas: 16
Ano: 2002
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8526007785
ISBN13: 9788526007789
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,100
- Altura (cm): 26,00
- Largura (cm): 20,00
- Espessura (cm): 0,10
Sobre a editora
Os livros da editora Global Editora apresentam uma diversidade que vai do resgate da literatura oral e folclórica brasileira a narrativas que exploram a complexidade das relações humanas e sociais. O catálogo traz desde histórias infantis que estimulam a imaginação e o aprendizado, com vocabulário acessível e ilustrações cuidadosas, até textos que abordam temas densos como o horror do fascismo e a luta pela memória histórica. A linguagem varia entre o poético e o didático, com obras que dialogam tanto com o público jovem quanto com leitores interessados em antropologia, educação e literatura crítica. Essa pluralidade cria um ritmo editorial que ora convida à fantasia e ao encantamento, ora instiga reflexões profundas sobre identidade, cultura e convivência.
