
Título: Razão Jurídica e Dignidade Humana
Autor: Marcio Sotelo Fellipe
Sinopse: O texto de Marcio Felippe procura entender o que ocorreu no intervalo entre a visão mecânica do século 17, e a puramente física ou epistemológica de nossa época. Para isto, ele retorna ao jusnaturalismo, às idéias de precisão e liberdade que permeiam o pensamento estóico, tomista, e outros, mostrando que eles não se amoldam perfeitamente no retrato preto e branco produzido pelo positivismo jurídico. Há mais para ser pensado, na tradição jusnaturalista, do que imaginam os rigorosos - entendendo-se por isto o rigor mortis - cientistas do Direito. O que não será perdoado no livro de Sotelo Felippe é a violenta constatação de que, não apenas os totalitários "oficiais", mas também honrados teóricos, inclusive os que se arvoraram em discípulos de Kant, também serviram, e servem, na tarefa de eludir a digna liberdade dos homens, com o pretexto de exorcizar os últimos redutos metafísicos. Na caçada à "coisa em si", os amigos de Hans Kelsen, começando por ele próprio, fornecem exemplos que nada perdem, em termos de "realismo", aos escritos decisionistas.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Razão Jurídica e Dignidade Humana”, de Marcio Sotelo Fellipe, publicado pela editora Max Limonad, em 1996 e com 112 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Max Limonad
Páginas: 112
Ano: 1996
Edição:
Linguagem: português
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Sobre a editora
Os livros da editora Max Limonad costumam trazer obras que estimulam o debate e a reflexão crítica, muitas vezes partindo de questões complexas como direitos humanos, direito tributário e temas jurídicos contemporâneos. A leitura aqui é marcada por textos densos, que combinam análises teóricas com abordagens práticas, especialmente no campo do direito e das ciências sociais. Algumas obras apresentam um tom mais acadêmico e analítico, enquanto outras exploram narrativas que dialogam com filosofia e até mesmo literatura experimental, criando um contraste interessante no catálogo. O ritmo das publicações pode variar entre o didático e o provocativo, com textos que convidam o leitor a revisitar as perguntas iniciais e a ampliar seu entendimento sobre temas atuais e históricos.
