
Título: Rebellion in the Backlands
Autor: Euclides da Cunha
Sinopse: Euclides da Cunha's classic account of the brutal campaigns against religious mystic Antonio Conselheiro has been called the Bible of Brazilian nationality. "Euclides da Cunha went on the campaigns [against Conselheiro] as a journalist and what he returned with and published in 1902 is still unsurpassed in Latin American literature. Cunha is a talent as grand, spacious, entangled with knowledge, curiosity, and bafflement as the country itself. . . . On every page there is a heart of idea, speculation, dramatic observation that tells of a creative mission undertaken, the identity of the nation, and also the creation of a pure and eloquent prose style."—Elizabeth Hardwick, Bartleby in Manhattan
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Rebellion in the Backlands”, de Euclides da Cunha, publicado pela editora University Of Chicago Press, em 1957 e com 562 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: University Of Chicago Press
Páginas: 562
Ano: 1957
Edição: Reissue
Linguagem: pt_BR
ISBN: 0226124444
ISBN13: 9780226124445
Sobre a editora
Os livros da editora University of Chicago Press oferecem uma experiência de leitura que combina rigor intelectual e narrativa acessível, transitando entre temas como história da ciência, filosofia, literatura clássica e ciências sociais. As obras frequentemente exploram processos históricos complexos, como a evolução da linguagem científica ou debates filosóficos, com um tom que varia do didático ao ensaístico, mantendo clareza e profundidade. O catálogo revela também interesse por estudos culturais e sociais detalhados, como etnografias contemporâneas e análises de identidades de gênero, além de textos que dialogam com tradições filosóficas e literárias antigas. Em algumas obras, o ritmo é marcado por uma narrativa envolvente, enquanto outras adotam um estilo mais reflexivo e analítico, sugerindo uma diversidade que vai do relato histórico à investigação crítica.
