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Recordações Da Casa Dos Mortos

Título: Recordações Da Casa Dos Mortos

Autor: Dostoiévski Fiódor

Sinopse: Dostoiévski viu o mundo. Descreveu-o magistralmente. Mas só apresentou o dinheiro miúdo do seu tesouro. Desembaraçou-se dele como quem atira o lastro. Uma vez realizado esse gesto, pôde tomar altura. Pôde desprender-se do pitoresco siberiano, esquecer os crânios rapados, as faces devastadas, as conversas ordinárias, para só pensar na lição inefável do presídio: transmitir o que aprendeu. E a vida inteira não lhe chegará para levar a cabo semelhante tarefa. — Henri Troyat Ao narrar a história de um assassino confesso condenado a trabalhos forçados, Dostoiévski reconstrói todo o mundo físico e psicológico de uma prisão da Sibéria, descrevendo com impiedoso realismo não só os dramas de um condenado — a fome e o frio, o trabalho pesado inutilmente realizado e os maus-tratos sofridos, a solidão e a privação de liberdade —, mas também os da condição humana em si. Inspirada nos quatro anos que o autor passou na prisão de Omsk, Recordações da casa dos mortos é a primeira grande obra do autor, da qual surgiriam mais tarde todos os seus grandes romances e personagens.

Contexto da obra

Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “Recordações Da Casa Dos Mortos”, de Dostoiévski Fiódor, publicado pela editora Sétimo Selo, em 2021 e com 336 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.

Editora: Sétimo Selo

Páginas: 336

Ano: 2021

Edição:

Linguagem: PORTUGUES

ISBN: 6588732198

ISBN13: 9786588732199

  • Encadernação: BROCHURA
  • Peso (kg): 0,509
  • Altura (cm): 23,00
  • Largura (cm): 16,00
  • Espessura (cm): 1,80

Sobre o autor

A leitura dos livros de Dostoiévski Fiódor é uma imersão em universos densos, onde a tensão psicológica e a complexidade moral se entrelaçam em narrativas que oscilam entre o lirismo comovente e a ironia afiada. O ritmo varia do vertiginoso ao contemplativo, conduzindo o leitor por uma jornada que explora a alma humana em suas contradições, dúvidas e sofrimentos. Os personagens, muitas vezes marcados por conflitos internos profundos, são apresentados com uma prosa que combina agilidade e detalhamento, revelando camadas de subjetividade e crítica social. Há um constante jogo entre o íntimo e o externo, onde a cidade, especialmente São Petersburgo, funciona quase como um personagem vivo, palco de dramas e reflexões. A experiência de leitura desafia o leitor a confrontar questões existenciais e sociais, deixando em aberto perguntas sobre a natureza humana e o sentido da vida.

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