
Título: Redemption's Blade (After the War #1)
Autor: Adrian Tchaikovsky
Sinopse: Ten years ago, the renegade demigod known as the Kinslayer returned. His armies of monsters issued from the pits of the earth, spearheaded by his brutal Yorughan soldiers. He won every battle, leaving burnt earth and corruption behind. Thrones toppled and cities fell as he drove all before him. And then he died. A handful of lucky heroes and some traitors amongst his own, and the great Kinslayer was no more. Celestaine was one such hero and now she has tasked herself to correct the worst excesses of the Kinslayer and bring light back to her torn-up world. With two Yorughan companions she faces fanatics, war criminals and the monsters and minions the Kinslayer left behind as the fragile alliances of the war break down into feuding, greed and mistrust. The Kinslayer may be gone, but he cast a long shadow she may never truly escape.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Redemption’s Blade (After the War #1)”, de Adrian Tchaikovsky, publicado pela editora Solaris, em 2018 e com 520 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Solaris
Páginas: 520
Ano: 2018
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN:
ISBN13: 9781781085790
Sobre a editora
Os livros da editora Solaris conduzem o leitor por universos onde o conflito, seja ele político, mágico ou tecnológico, está sempre presente, criando tensões que impulsionam narrativas densas e envolventes. A experiência de leitura frequentemente alterna entre o épico e o íntimo, com personagens que enfrentam dilemas morais profundos e ambientes que vão desde castelos antigos até cenários futuristas e urbanos. O catálogo sugere uma predileção por histórias que exploram o fantástico em suas múltiplas formas, com tramas que combinam mistério, intriga e elementos sobrenaturais, além de incursões em ficção científica militar e dark fantasy. A linguagem varia entre o lírico e o direto, mantendo um ritmo que pode ser tanto acelerado quanto contemplativo, dependendo do foco narrativo.
